Este blog tem como objetivo promover a criação de escritores e ilustradores, divulgar notícias e comentários sobre lançamentos de livros, feiras,, eventos literários, poesia, datas comemorativas, homenagens a personalidades ligadas à literatura.
Nosso encontro de final de ano aconteceu na Tratoria Moema, um belo e acolhedor restaurante que oferece aos frequentadores cardápio variado preparado com carinho. Conversamos muito, e, em meio à degustação, até sobrou um tempinho para pensar em futuros projetos. Gente, a comida estava deliciosa! É experimentar para crer! Naquele momento de alegria e descontração, fizemos um brinde, desejando a todos um Natal de paz e um Novo Ano de realizações. Cada associado recebeu do Marchi uma caricatura feita ali, na hora. Eu ganhei da Nireuda lindas velas natalinas. Obrigada, Ni! Agradeço também aos que lá compareceram e tornaram nossa confraternização mais colorida. Ah! Tenho que completar relatando que nos despedimos saboreando a já tradicional e imperdível pizza de sorvete da Tratoria Moema. HUMMMMMMM!
Barquinho de iguarias orientais.
Buffet de saladas, uma verdadeira delícia!
Massas preparadas e aquecidas individualmente pela "Chef"
Decoração lateral do restaurante "Tratoria Moema", no estilo Gaudi.
Este enfeite natalino foi presente da ilustradora Nireuda Longobardi.
Para uns, a data máxima da Cristandade, para outros, uma data puramente comercial. Pelo menos é mais visível hoje o aspecto mercantilista. Para alguns, nem uma coisa nem outra: apenas um momento de harmonia interior e de preparo para a passagem do ano, quando então o planeta terá cumprido mais uma translação em torno do astro Rei. Mas, é nós? Que acreditamos no manto da poesia a cobrir as nossas cidades, nós que esperamos pela sociedade onde os homens voltem a ter o olhar do menino. Nós estamos preparados para o Natal? Qual deles? Fugir da corrente nem pensar. Estamos no mundo, e por mais que não queiramos ele está em nós. Corrida para os presentes, cartão de crédito, crediários, dívidas, panetones...É o espírito do capitalismo dando a sua contribuição. Mas há um Natal a nos espreitar, o tal manto a nos aguardar. E é ele que nos interessa. Um Natal onde o presente renasça com sorriso na esquina do futuro, e rememore os bons momentos. Para os que acreditaram na justiça e agiram em retidão, para os que divulgaram a poesia, e acreditaram na literatura infantil como o diferencial de aproximação entre adultos e crianças. Para os que não se omitiram diante das falcatruas, os que não sacrificaram o intelecto em benefício de um cargo, para os que acreditaram que sempre vale a pena a conversa, para os que não silenciaram diante do talento do outro, e aplaudiram com olhos marejados o sucesso de um amigo. Para os que não formaram grupinhos fechados e abriram o coração para que todos pudessem divulgar a sua palavra, para os que não usaram os seus relacionamentos em benefício próprio mantendo em silêncio o nome do outro, acreditando piamente que, ao não ser citado, o outro revela a sua própria inexistência, para os que lutaram a cada dia por um mundo menos violento, mesmo que apenas ofertando um sorriso, para esses, e para nós, um Feliz Natal. Um Natal autêntico, que ultrapasse o sentido religioso, e possa aproximar os homens pela vontade de organizar a felicidade e a alegria. Um Natal que possa permanecer em cada alma, durante o ano, que perfure os bloqueios dos preconceitos, e abra frestas e festas entre as intempéries da rotina, permitindo a cada um que varra os porões da mente, refaça sempre a sensatez onde pedem caos, e remova os entulhos do medo e da incerteza. Um Natal que seja além da eterna teimosia de se acreditar em confraternizações, e depois, poucos dias depois, permitir que a intenção seja esmagada no cotidiano. Um Natal que nos identifique com o mais puro querer, com a mais sincera vontade, com a palavra justa, precisa e necessária, que nos devolva o analgésico da amizade verdadeira, a voz acalentada a nos dizer que a vida sempre valerá a pena, um Natal onde possamos ver o menino com seus cabelos bailando na valsa dos eucaliptos, saltando valetas a correr em busca da felicidade, onde possamos contemplar a menina abrindo o seu livro repleto de cores e de palavras, e alargando a luz da sala com o seu sorriso encantado. Nós, da AEI LIJ PAULISTA, desejamos de coração um feliz Natal, assim, de amor.
Tivemos a ideia, Marchi e eu, de montar um presépio ecológico. Uma amiga muito querida, Heloisa Callegaro, se interessou pelo projeto e ofereceu sua casa para deixá-lo exposto para visitação.Fizemos um passeio ao Parque do Ibirapuera, que fica aqui no bairro e ali, em meio à natureza coletamos parte do material que seria empregado. Recolhemos cascas e folhas de eucalipto de cores variadas, palha de bambu-gigante, gravetos e pedaços de troncos secos. Construímos o berço do menino Jesus com palha de coqueiro. Maria, José e o menino foram feitos com as delicadas e macias folhas de bambu, amarradas. A barba de José foi confecionada com corda de fibra desfiada que encontramos em casa. A estrutura foi montada por meio de encaixes com papelão ondulado, na verdade, uma embalagem de televisão. Vestimos a Sagrada Família com papel crepom colorido que foi o único material comprado. Que alegria e realização ver o presépio montado! Nossa amiga Heloisa, chamou amigos e vizinhos para conhecê-lo. De forma espontânea, algumas pessoas, animadas com o espírito natalino, fizeram depoimentos emocionantes a respeito de experiências vividas em outros natais. Maria de Lourdes lembrou-se das festivas reuniões da sua infância em Portugal. Ibrahim contou que aos doze anos de idade, viajando de navio do Líbano para o Brasil, foi escolhido entre muitos passageiros para o papel de José no presépio vivo que o capitão montara, no intuito de festejar o Natal no mar. Passageiros, de diferentes partes do mundo, naquele momento se confraternizaram como verdadeiros irmãos. Estava no ar o ESPÍRITO NATALINO!
A AEI-LIJ regional SP deseja compartilhar o ESPÍRITO NATALINO com os queridos amigos e associados. BOAS FESTAS e um 2010 de PAZ, MUITOS LIVROS, SAÚDE E PROSPERIDADE. Um grande, enorme abraço!
Agradeço a participação das escritoras Georgina Martins (RJ) e Eloí E. Bocheco (SC) neste Vice-Versa de Dezembro.
Respostas de Eloí E.Bocheco
1. O que é literatura para você?
Meu primeiro contato com a literatura foi através da tradição oral . Eu devia ter uns oito anos quando me dei conta que havia uma grande diferença entre as palavras que saíam da boca dos contadores de histórias e declamadores, nos serões, em Duas Pontes, onde passei a infância, e as palavras dos textos referenciais apresentados na escola. Ouvindo aquelas histórias e poemas eu sentia que as palavras tinham um outro modo de dizer, que eram mais vivas, pulavam , dançavam e podiam encantar, comover, arrebatar. Embora não soubesse elaborar, sentia que havia uma enorme diferença. E, inclusive, me ressentia da falta de tato da escola para lidar com os saberes das crianças que moravam no campo, como eu. Foi uma decepção saber que sombrinha-de-cobra chamava-se cogumelo e que só deveríamos usar “esta” palavra que era “certa, real e comprovada”. “Sombrinha-de-cobra” não era “certa, real e comprovada”, mas, nomeada assim pela cultura popular, era mágica. Quando eu perguntava à minha vó como é que as cobras, tão compridas, podiam usar sombrinhas tão curtas – ela explicava que o maior bem de uma cobra é a cabeça e, neste caso, a sombrinha era perfeita. Desde este primeiro encontro com a literatura, em suas fontes orais, criei um vínculo que seria para sempre. Cresci sentindo a literatura como um suprimento lúdico – e era assim para grandes e pequenos. Depois de um dia pesado na roça, as pessoas se sentavam ao luar, em tempos de calor, e ao redor do fogo-de-chão, no inverno, para ouvir histórias, declamar, e cantar. Era a hora da beleza, da “outra palavra”, da palavra que, de certo modo, salvava a todos, redimia, da rotina pesada. Quando fui fazer o antigo ginásio descobri a literatura escrita e me encantei até a raiz dos cabelos com as palavras inventadas, agora, registradas em papel e tinta. Acho que a literatura, para mim, foi desde sempre alimento e salvação. Durante a síndrome de pânico a literatura ladeou com a sertralina no processo de cura. Não largava as Metamorfoses de Ovídio, Don Quixote, os livros de Mark Twain ( altamente curativos), Orlando Furioso ( um bálsamo) os livros de Cecília Meireles e dezenas de outros que se revezaram para me ajudar a sair do buraco. Do mesmo modo que leio para me salvar, também escrevo com esse intuito. Talvez por isso meu livro Pedras Soltas seja livro de cabeceira de muitos leitores, segundo eles próprios me confessam. A Kataherine Paterson, uma autora que amo, fala sobre esse poder curativo da literatura e José Marti também, no que concordo inteiramente.
2. Eu acredito que um escritor escreve sempre uma mesma história que é a dele, ou seja, mesmo quando conta algo que a princípio não tem nada a ver com ele, o escritor está ali presente, costurando pedaços de sua vida na vida de seus personagens. O que você pensa sobre isso?
Só posso falar da própria experiência de escrever e nela me baseio para concordar que a vida do autor, de algum modo, está presente no que ele cria, mesmo que a história não tenha nada a ver com ele. Se crio e dou de mamar a meus personagens durante dias, meses, anos, é esperado que eles tenham algo do meu DNA não é mesmo? Depois desmamam e vão pelo mundo, mas vão com marcas indeléveis de seu criador.
3. Como é para você ser escritor em um país como o Brasil?
Desde os dezesseis anos, quando comecei a lecionar e lutar para envolver gentes pequenas e grandes com livros, aprendi que, no Brasil, livro – e livro literário – tem que ser descoberto, mostrado, apontado, levado e, em muitos casos, lido COM. Gosto muito do título de um Concurso da FNLIJ que é “LEIA COMIGO!”. Num país sem tradição de leitura, como o nosso, é imprescindível LER COM crianças, jovens, velhos na escola, na casa, na praça, nas bibliotecas, nas livrarias, nos cafés, nas ruas, nas salas de ferramentas... Então, ser escritor, num país como o Brasil requer um trabalho de ajudar o próprio livro a ser descoberto pelos leitores, já que não há uma prática arraigada de leitura espontânea. Uma pessoa pode passar toda a formação básica e universitária sem pisar numa livraria. As bibliotecas das escolas têm recebido acervos ótimos nos últimos tempos, mas noto que( em muitos casos) os livros chegam, são postos nos armários e, muitas vezes, não são lidos. “Ah, tem esse livro na minha escola?!!!” Hoje não há mais a questão do acesso ao livro, como nos anos de 1960, acho que o nó górdio tá na dinamização dos acervos, mostrar as obras, tirar das prateleiras e espalhar no chão, nas mesas, nos varais, nos corredores, no pátio. A cultura de leitura é adquirida, não acontece por mágicas e, para se estabelecer há um longo caminho. Só livros à mancheia não bastam. Centenas de obras desaparecem no sumidouro que são as bibliotecas sem bibliotecários. Acho que a internet é uma grande aliada dos escritores. No meu caso que tenho complicações de saúde e não posso mais ( ou posso pouco) divulgar os livros que edito, valho-me da blogosfera , que considero valiosa para dar notícias dos livros publicados.
4. Você sabe que sou sua fã, de carteirinha e tudo; por isso tenho muita curiosidade em saber como é o seu processo de criação. De onde e como você retira tantas imagens poéticas, como em Beatriz e Pedras Soltas?
Huizinga diz que a poesia habita as regiões lúdicas do espírito. Acho que todo poético vem dessas regiões. Escrevo sobre o que me arrrebata, atravessa e corta. O Pedras Soltas é quase um acerto de contas poético com a vida. É a memória macerada, decantada e pegada no pulo pela experiência presente com pitáculos do nonsense, que não sei de onde vem, mas desconfio que tenha a ver com vivências da infância . Convivi com adultos que eram lúdicos e não sabiam contar uma coisa qualquer sem exagerar nas tintas, na boca deles tudo ficava fora de si e engraçado. Aquilo me fascinava. Minha mãe, por exemplo, até para dizer que sumiu a tesoura da casa, fazia um piseiro poético tipo assim: “chamem, chamem todos os cachorros, chamem as galinhas, avisem a vaca, chamem o pato pra achar a tesoura que eu sozinha nunca vou achar”. Não é à toa que às vezes sinto que estou escrevendo pela mão de minha mãe. A memória de profa. influi em muitos pontos de Beatriz – tive alunas que eram leitoras vorazes como essa personagem, e alunos como Samuel. Também conheci muitas “Guiomares” maravilhosas lutando pelo direito à leitura literária, nos lugares mais inóspitos e anti-leitura.
Respostas de Gina Martins
1. Como surgiu a leitora Georgina, a profa. e a escritora?
R.Comecei a ler com quatro anos de idade pelas mãos de minha mãe. Uma mulher que só cursou até o 2ª série do antigo primário, mas que adorava declamar poesias. O maior desejo dela era ser professora, mas a vida lhe reservou o lugar de empregada doméstica em casa de gente muito rica, no Rio de Janeiro, logo depois do fim da guerra. Aprendi com ela que o livro era a coisa mais importante do mundo. Em nossa casa o conhecimento era a nossa religião. A primeira vez que li uma palavra inteira foi em uma viagem de bonde: feliz eu li a palavra fubá, estampada nos cartazes de propaganda nas paredes do veículo. Costumo dizer que essa foi a minha primeira viagem coma leitura. Minha mãe e meu pai me contavam muitas histórias e causos num tempo em que não havia televisão em nossa casa. Não tínhamos dinheiro para comprar livros, mas meu pai me comprava revistinhas de banca de jornais e minha mãe me levava em bibliotecas. Foi assim que nasceu a leitora. A professora, acho que foi conseqüência. Sempre quis ensinar pra todo mundo as coisas que eu aprendia então resolvi ser professora. Com o tempo veio a vontade de escrever profissionalmente, para poder contar pra todo mundo sobre as coisas que sinto, que vivencio; sobre o que me deixa triste e sobre o que me alegra.
2. O que a move a escrever?
Uma vontade enorme de mudar o mundo, de acabar com os preconceitos, com a desigualdade social, com a fome, com a miséria e com a injustiça.
3. Como você gostaria que seus livros fossem lidos nas escolas?
Tenho ficado muita satisfeita com o resultado dos trabalhos que os professores fazem com os meus livros. Acho que cada livro pede um tipo de leitura e a leitura que fazem dos meus livros tem me agradado bastante.
4. Na história de leitura de seus livros pelo país afora, que fatos, curiosidades, acasos, descobertas tem acontecido e que chegam até você? Tem um livro meu, O menino que brincava de ser, que é muito especial. Já recebi notícias de como ele foi importante pra mexer com a vida de alguns leitores, e também dos pais desses leitores, pois o livro fala de aceitação das diferenças. É uma história sobre um menino que deseja ser menina. Foi o primeiro livro de lit. infantil que foi comentado em uma revista GLS e isso foi muito bom. Dei uma entrevista para a Revista e foi a melhor entrevista que dei até hoje. Além desse, tenho um outro, Com quem será que me pareço, que mostra os bichos que se parecem com as crianças, então coloquei o mico-leão-dourado se parecendo com um menino bem lourinho, só para mostrar que, assim como os humanos, há macacos louros, negros e brancos; e isso tem dado muito bom resultado.
segunda-feira, 30 de novembro de 2009
NÚMERO 4 - DEZEMBRO DE 2009
O Mural é uma agenda cultural postada todo início de mês,
porém, editada ao longo do mês conforme os eventos surgem.
A agenda das bibliotecas é renovada semanalmente.
Amigo associado de qualquer cidade do Estado de São Paulo, contribua... aguardamos notícias dos eventos do interior.
_______________________________________
CONVITE (aos associados e quem mais quiser participar da nossa confraternização)
ALMOÇO DE NATAL -DIA 08 DE DEZEMBRO O restaurante mudou de nome, chama-se: Tratoria Moema.
Fica na Av. Jacutinga 432
quase esquina com Gaivota. Chega-se lá pela Gaivota que começa na República do Líbano,
na mão de quem vai do Parque Ibirapuera para o Jabaquara e termina lá embaixo quase
chegando na Bandeirantes. Tel: 5051 50 23
Preço supimpa : 7,90 incluindo sobremesa ( pizza de sorvete) ou
12,90 incluindo churrasco. Bebidas à parte.
Confirmem pesença com Regina: resormani@gmail.com
_______________________________________
OFICINA DE NATALInspirados no conto 'Era uma vez, três' que faz parte do livro "Um ônibus pra lua" - Sá Editora, de Eliana Sá e Nireuda Longobardi, as crianças vão fazer colagens sobre a viagem dos reis até Belém, seguindo a estrela-guia. Cada criança poderá montar seu desenho e depois todos vão colar em um painel maior, que ficará exposto na Livraria.
______________________________________
A peça teatral “A CIDADE DAS CANTIGAS”, de autoria De Marciano Vasques, baseada em seu livro de mesmo nome, será apresentada no dia 2 de DEZEMBRO, no teatro do CEU QUINTA DO SOL.
A direção é de Renata Lima Souza.
O CEU Quinta do Sol fica na Avenida Luís Imparato com a avenida Olavo Egídio de Souza Aranha, Vila Císper, Penha, zona Leste.
_______________________________________
Destaques da semana:
CONTAÇÃO DE HISTÓRIAS - A MAIS BELA HISTÓRIA DE TODOS OS TEMPOS A sala de contos ambientada como estrebaria é palco para contação de histÓrias de Natal, para todas as idades, com a contadora Andréa de Sousa.
/ BP Belmonte. Dia 03, quinta, às 14h30
TEATRO - ISTO NÃO É UM CACHIMBO Com Cia. Truks (45 min )
Inspirado na obra do pintor belga René Magritte, a peça dá vida às imagens desse mestre surrealista e leva o nome de sua mais célebre pintura: "Isto não é um cachimbo". 12 anos.
/ BP Monteiro Lobato. Dia 04, sexta, às 20h30
ATELIÊ ARTÍSTICO LIVRE Com Camila Gadelha, artista e educadora
De forma lúdica as crianças serão sensibilizadas para o contato com a natureza e com o meio ambiente e serão convidadas a utilizar técnicas diversas, como colagem e pintura, aliadas a jogos e brincadeiras. Para crianças.
/ BP Raul Bopp. Dia 05, sábado, das 10h30 às 13h
TEATRO - O PAÍS DOS DEDOS GORDOS Com bonecos manipulados, com o Grupo Guardiões do Sonho
A história de Rubem Alves nos fala de um reino feliz e devotado às artes e ciências. Por ocasião do nascimento da princesinha, o Rei não convida a bruxa malvada da floresta para o seu batizado. Ela, enfurecida, lança um feitiço contra a princesinha: a bruxa faz com que o dedo "SEU VIZINHO" da princesa cresça, cresça e cresça... A partir de 2 anos.
/ BP Hans Christian Andersen. Dia 05, sábado, às 16h
MÚSICA - CHORINHO POR TODO CANTO Com Grupo Noite Clara. Paula da Paz (voz), Cláudio Donato (violão 6 cordas), Rubens Allan (violão 7 cordas), Tigrão (cavaquinho), Bira Nascimento (gaita cromática e flauta transversal), Rafael F. Lima (pandeiro) e Samba San (percussão).
Formado há dois anos (maio de 2009), o Grupo Noite Clara desenvolve o Projeto Chorinho por Todo Canto, financiado pela Secretaria Municipal de Cultura através do Programa VAI (Valorização de Iniciativas Culturais), realizando apresentações em espaços culturais diversos da periferia da Zona Sul de São Paulo. O Grupo lança seu primeiro trabalho interpretando canções de Leonardo Azevedo, compositor que expressa como poucos as melhores facetas da ligação entre o passado e a linguagem contemporânea.
/ BP Alceu Amoroso Lima. Dia 05, sábado, às 19h
TEATRO - GIGANTE Com Cia. Truks (45 min)
Os moradores de um vilarejo estão assustados com a aparição de um gigante, que durante a noite se alimenta de seus sonhos e seus talentos. Livre.
/ BP Monteiro Lobato. Dia 06, domingo, às 11h
TEATRO - FÁBULAS DE IAUARETÊ Com Cia. Duberrô
É história do escritor indígena Kaká Werá Jecupé. Através de uma viagem pelo caminho do guerreiro Iauaretê, os personagens das tramas vivenciam desafios, etapas e passagens que são fundamentais na transformação de cada indivíduo.
/ BP Padre José de Anchieta. Dia 06, domingo, às 11h
TEATRO - ESSA TAL HISTÓRIA Com o Núcleo Cosmopolita de Teatro
Um poderoso rei aguarda a chegada de um escritor para criar e contar a história de seu reino e glória como em alguns contos de fada. Porém um andarilho que acaba de chegar ao reino é confundido com tal escritor, mudando o rumo dessa tal história. A partir de 07 anos.
/ BP Álvares de Azevedo. Dia 06, domingo, às 11h
CONTAÇÃO DE HISTÓRIAS - CIRCO DE SOMBRAS Com a Cia. Quase Cinema
Apresentação de cinema de sombras dentro de uma tenda, pequenas histórias de contos de fada. De maneira lúdica une as diferentes linguagens. Livre.
/ BP Cora Coralina. Dia 06, domingo, às 11h
CONTAÇÃO DE HISTÓRIAS - CONTOS BRASILEIROS Com a Cia. Conto em Cantos
Um espetáculo de histórias formado pelos contos de tradição oral. "O Menino e a Coca" narra a história de um menino que começa sua trajetória com uma coca e termina com uma viola; "História de Orgulina" conta como uma moça perdeu tudo o que tinha por causa de seu orgulho; "Por que o Cachorro é Inimigo do Gato... E o Gato do Rato" relata como um rato curioso pôde causar a inimizade desses três animais; "O Macaco e a Boneca de Cera" conta a história do macaco encrenqueiro que foi parar na barriga da moça.
/ BP Hans Christian Andersen. Dia 08, terça, às 10h e às 14h
EXPOSIÇÃO GRAFITEMAS A exposição apresenta painéis com poemas visuais transpostos para a linguagem do grafite, confeccionados durante oficina realizada em outubro e novembro na biblioteca sob a coordenação do Coletivo Dulcinéia Catadora.
/ BP Alceu Amoroso Lima. De 2ª à 6ª feira, das 8h às 19h / Sábados das 9h às 16h. Até dia 12 de dezembro
SERVIÇO: Biblioteca Pública Alceu Amoroso Lima. Rua Henrique Schaumann, 777, Pinheiros, Zona Oeste. Tel. 3082-5023. Veja como chegar.
Biblioteca Pública Belmonte. Rua Paulo Eiró, 525, Santo Amaro, Zona Sul. Tel. 5687-0408 / 5691-0433. Veja como chegar.
Biblioteca Pública Hans Christian Andersen. Av. Celso Garcia, 4142, Tatuapé, Zona Leste. Tel. 2295-3447. Veja como chegar.
Biblioteca Pública Raul Bopp. Rua Muniz de Souza, 1155, Aclimação, Zona Sul. Tel. 11 3208-1895. Veja como chegar.
Biblioteca Pública Infanto-Juvenil Monteiro Lobato. Rua General Jardim, 485, Vila Buarque, Centro. Tel. 3256-4122.
Biblioteca Pública Álvares de Azevedo. Pça. Joaquim José da Nova, s/nº, Vila Maria, Zona Norte. Tel. 2954-3118.
Biblioteca Pública Padre José de Anchieta. Rua Antonio Maia, 651, Perus, Zona Oeste. Tel. 3917-0751.
Biblioteca Pública Cora Coralina. Rua Otelo Augusto Ribeiro, 113, Guaianazes, Zona Leste. Tel. 2557-8004.
Um passeio inesquecível como é seu intuito de resgatar a memória e fazer permanente o que existiu de melhor
Capela do Morumbi
Exposições diversas, destacando-se, nos últimos dois anos, a de instalações de artistas contemporâneos.
Avenida Morumbi, 5387
Morumbi
(011) 3772-4301
Horário de Visitação: de terça a domingo, das 9h às 17h.
http://www.museudacidade.sp.gov.br/capeladomorumbi.php
Casa do Grito A casa tem sido tradicionalmente vinculada à cena do "grito" de D. Pedro I pela independência do Brasil em 1822
Pça. do Monumento, s/nº - Ipiranga, São Paulo, SP
(011) 2273 4981
Atividades: Exposições diversas com temas relacionados à cidade de São Paulo.
Horário de Visitação: de terça a domingo, das 9h às 17h
Visita orientada. Entrada franca
http://www.museudacidade.sp.gov.br/casadogrito.php
Centro Cultural São Paulo Inaugurado em 1982, o Centro Cultural São Paulo - concebido originalmente para ser uma extensão da Biblioteca Mário de Andrade - transformou-se em um equipamento multidisciplinar, abrigando espetáculos de teatro, dança, música, cinema e exposições de artes visuais.
Rua Vergueiro, 1000
Paraíso
(11) 3397-4002
http://www.centrocultural.sp.gov.br
Pinacoteca do Estado Seu acervo tem cerca de 4 mil peças, e é significativo, especialmente para São Paulo, uma vez que reúne trabalhos de artistas paulistas, como Almeida Júnior, Pedro Alexandrino e Oscar Pereira da Silva, além de obras representativas de Cândido Portinari, Anita Malfatti, Victor Brecheret, Tarsila do Amaral e Di Cavalcanti. O Pavilhão das Artes, localizado no Parque do Ibirapuera, também faz parte da Pinacoteca e abriga exposições de grande importância artística.
Praça da Luz, 2 - Jardim da Luz
(11) 3324-1000
Aberta de terça a domingo das 10h às 17h30, com permanência até as 18h
Grátis aos sábados.
http://www.pinacoteca.org.br
Fundação Maria Luisa e Oscar Americano Horário de Visitação (Acervo): terça a sexta-feira: das 11h às 17h; sábado e domingo: das 10h às 17h
Parque e Salão de Chá: terça a domingo: das 11:30 às 18h
Toda primeira terça-feira de cada mês a entrada é gratuita.
(11) 3742-0077
Avenida Morumbi, 4077
http://www.fundacaooscaramericano.org.br/
MAM
Museu de Arte Moderna de São Paulo Parque do Ibirapuera, portão 3 - s/nº
(11) 5085-1300 Fax: (11) 5085-2342
Bilheteria: terça a domingo e feriados das 10h às 17h30
Visitação: terça a domingo e feriados das 10h às 18h
Gratuidade para menores de 10 e maiores de 65 anos, sócios do MAM e funcionários das empresas parceiras
Entrada Gratuita aos Domingos
http://www.mam.org.br
MASP
Museu de Arte de São Paulo Na sede atual do MASP, inaugurada em 07 de novembro de 1968 com a presença de S.M. a Rainha Elizabeth II, da Inglaterra, podem ser apreciadas obras de pintores da escola italiana como Rafael, Andrea Mantegna, Botticceli e Bellini; de pintores flamengos como Rembrandt, Frans Hals, Cranach ou Memling, e espanhóis como Velazquéz e Goya. Do movimento impressionista há várias obras de Renoir, Manet, Monet, Cézanne e Degas. Dos pós-impressionistas é possível apreciar vários quadros de Van Gogh ou de Toulouse-Lautrec. O MASP é um dos poucos museus do mundo onde pose der apreciada a coleção completa de esculturas de Edgar Degas.
Av. Paulista, 1578 (Estação Trianon - MASP do Metrô)
Cerqueira César
(11) 3251.5644 / Fax. (11) 3284.0574
Horário de Visitação: Quinta-feira, das 11h às 20h. Terça, quarta, sexta, sábado, domingos e feriados, das 11h às 18h. (a bilheteria fecha com uma hora de antecedência)
http://www.masp.art.br/
Museu de Arte Contemporânea
da Universidade de São Paulo Rua da Reitoria, 160
Cidade Universitária
(11) 3818-3039 Fax (11) 3812 0218
Com mais de 5 mil obras em seu acervo, entre óleos, desenhos, gravuras, esculturas, pinturas, cerâmicas e tapeçarias, o MAC é o maior museu da América Latina especializado na produção ocidental do século XX.
Horário de Visitação: 3ª a 6ª das 10h às 19h; sábado, domingo e feriado das 10h às 16h
http://www.mac.usp.br
Museu de Arte Sacra Av. Tiradentes, 676
Luz
(11) 3326-1373 Fax: (11) 3326-2006
Têm o objetivo de divulgar e preservar um dos mais importantes acervos museológicos do patrimônio sacro brasileiro. Tem um conjunto de cerca de 4 mil peças, dentre as quais 800, provenientes das principais igrejas e de capelas do Estado de São Paulo e do Brasil, encontram-se em exposição.
Memorial da América Latina Av. Auro Soares de Moura Andrade, 664 (Metrô Barra Funda)
Barra Funda
(11) 3823-4600
http://www.memorial.org.br
Museu de Arqueologia e Etnologia
da Universidade de São Paulo Conta em seu acervo com cerca de 120 mil objetos e imagens referentes à cultura material da América com ênfase ao Brasil, do Mediterrâneo, do Médio Oriente e da África, abarcando uma extensão temporal que vai da Pré-História até nossos dias. São máscaras, amuletos, armas, cerâmicas, pinturas, adornos, vestimentas, utensílios domésticos, instrumentos musicais e de trabalho que, além da vitalidade de sua expressão visual, exigem um esforço contínuo de pesquisa para serem analisados e compreendidos. O conjunto de peças referentes às sociedades indígenas brasileiras é de especial interesse, tanto em virtude de sua heterogeneidade quanto da riqueza expressiva.
Av. Prof. Almeida Prado, 1466
Cidade Universitária
(11) 3091-4901
http://www.mae.usp.br/
Memorial do Imigrante Rua Visconde de Parnaíba, 1.316
Mooca
(11) 6693-0917 6692-1866 6692-7804 6692-2497 6692-9218 Fax: (11) 6693-1446
Horário de Visitação: De terça a domingo das 10h às 17h (inclusive feriados) www.memorialdoimigrante.sp.gov.br
Museu Brasileiro de Escultura Av. Europa, 158
Jardim Europa
(11) 3081-8611
Espaço cultural dinâmico, projetado pelo Arquiteto Paulo Mendes da Rocha e jardins de Burle Marx. Tem uma arquitetura arrojada , acervo permanente de 11 obras e uma vida cultural intensa com oficinas de pintura, escultura, gravura, recital de piano aos domingos às 16h, cursos de Historia da Arte, feira de antiquidade e exposições de artistas renomados internacionalmente. Tem uma café delicioso e presentes personalizados.
http://www.mube.art.br/
Museu da Casa Brasileira Av. Brigadeiro Faria Lima, 2705
Jardim Paulistano
Horário de Visitação: terça a domingo, das 10 às 18 horas
(11) 3032-3727 3032-2564 3032-2499
Criado em maio de 1970 com a denominação Museu do Mobiliário Artístico e Histórico Brasileiro, mudou sua denominação em 1971 para Museu da Casa Brasileira. Seu objetivo principal é a formação de um centro de pesquisas sobre os equipamentos, usos e costumes da casa brasileira, com exposição permanente de seu acervo.
http://www.mcb.sp.gov.br
MIS
Museu da Imagem e do Som de São Paulo Av. Europa, 158
Jd. Europa
(11) 3062-9197 3088-0896
Horário de Visitação: de Terça a Sexta das 14h às 22h; Sábados e Domingos das 11h às 20h. Entrada Franca.
http://www.mis.sp.gov.br/
Museu do Theatro Municipal Foi implantado com o objetivo de coletar, classificar, conservar e divulgar através de exposições e publicações, documentos textuais, fotografias e objetos referentes às atividades do Teatro Municipal desde a sua inauguração em 1911.
Viaduto do Chá/Praça Ramos de Azevedo
Centro
(011)239-3815
Horário de Visitação: das 9h às 17h
www.teatromunicipal.sp.gov.br
Museu Lasar Segall Rua Berta, 111
(11) 5574 7322 Fax 5572 3586
O Museu Lasar Segall, idealizado por Jenny Klabin Segall – viúva de Lasar Segall – foi criado como uma associação civil sem fins lucrativos, em 1967, por seus filhos Mauricio Segall e Oscar Klabin Segall. Está instalado na antiga residência e ateliê de Lasar Segall, projetados em 1932 por seu concunhado, o arquiteto de origem russa Gregori Warchavchik.
http://www.museusegall.org.br/
Museu do Ipiranga
Museu Paulista da USP Parque da Independência, S/N
Ipiranga
(11) 6165-8000 FAX: (011) 6165-8051/6165-8054
O Museu Paulista conta com um acervo de mais de 125.000 unidades, entre objetos, iconografia e documentação arquivística, do seiscentismo até meados do século XX, eixo para a compreensão da sociedade brasileira, a partir do estudo de aspectos materiais da cultura, com especial concentração na História de São Paulo. Os acervos têm sido mobilizados para a análise de problemáticas pertinentes às três linhas de pesquisa a que o Museu se dedica: Cotidiano e Sociedade; Universo do Trabalho; História do Imaginário.
http://www.mp.usp.br
Oficina Cultural Oswald de Andrade Rua Três Rios, 363
Bom Retiro
(11) 3221-5558 / 3222-2662
Oferece diversos eventos culturais como palestras e debates, além de workshops e oficinas de temas como fotografia, cinema, teatro e artes plásticas, laboratórios de criação e cursos, como, por exemplo, o de linguagem fotográfica.
Funcionamento: segunda a sexta-feira - 8h às 22h; sábados - 13h às 18h e domingos - 14h às 18h
Paço das Artes O Paço das Artes, ligado à Escola de Comunicações da Universidade de São Paulo , é um espaço de exposição e registro da arte contemporânea, nacional e internacional. O Paço das Artes está situado em uma antiga estrutura de concreto que passou por obras de recuperação. Atualmente ocupa uma área total de 2.136 m².
Av. da Universidade, 1
Cidade Universitária
(11) 3814-4832
Solar da Marquesa de Santos Rua Roberto Simonsen, 136-B, Páteo do Colégio
Centro
(11) 3396-6047
Exposições permanentes e temporárias, consulta ao Arquivo de Negativos, Projeto Terceria Idade, Serviço Educativo, atividades voltadas à preservação do patrimônio histórico e cultural paulistano, projeção de vídeos e apresentações musicais.
Horário de Visitação: De terça a domingo, das 9h às 17h
www.museudacidade.sp.gov.br/solardamarquesadesantos.php
De grão em grão a galinha enche o papo, diz um dos ditados populares mais acertados e mais antigos de quetemos notícia. Cai como uma luva para o Programa de Salas de Leitura das Escolas Municipais de Ensino Fundamental de São Paulo. Aos poucos, devagar, mas sem interrupção, trata-se, sem dúvida, do programa de formação de leitores mais longevoem terras brasileiras.
Tive o prazer de participar de sua criação, nos idos do início da década de oitenta,transformando o Programa Escola Biblioteca no Programa de Salas de Leitura. Demos, na época, uma guinada interessante: da leitura de fichas dirigidas para a leitura prazerosa e significativa e do enquadramento burocrático da leitura para o foco amplo do prazer de criar entendimentos. Revitalizamos a formação dos educadores, que passaram a ser “orientadores de leitura”, embrião do que hoje chamamos de mediadores de leitura. Sistematizamos as condições de funcionamento de cada sala de leitura, em todas as escolas, e propusemosum programa contínuo de reposição e atualização do acervo. Leitores gostam de ler, de reler e ler coisas novas.
Passado mais de um quarto de século, o programa continua firme, forte, inteiro, vivo, formando mediadores de leitura e leitores. Sobreviveu a inúmeras administrações e diversas intempéries, do desastrado Jânio Quadros ao economista José Serra, encarando dezenas de alterações, apagões, leis e suspiros invocados. Não há, nem houve, nesse passar dos anos, um administrador que tivesse coragem de por abaixo as salas de leitura das escolas municipais de São Paulo. Alguns até tentaram. Mas a qualidade do trabalho se impôs e os que tentaram tiveram que engolir suas bobagens administrativas.
Mais compacto e decisivo, o programa permite e estimula cada sala de leitura a agregar em seu entorno diversos projetos curriculares próprios danatureza do ler e do escrever, essência da escola, como o Ler e Escrever ou o recente programa de distribuição de livros de literatura Minha Biblioteca.
Esta breve descrição e as poucas anotações, que aqui deixo para os leitores, são indicativas de que o Programa de Salas de Leitura das Escolas Municipais de São Paulo, um trabalho maduro, representado por centenas de mediadores de leitura, milhares de leitores cotidianos e milhares de livros em acervos permanentes, é fundamental na constituição do nosso Pé de Meia Literário.
Homenagem na Assembleia Legislativa de São Paulo à escritora Tatiana Belinky, em 28 de Novembro de 2007.
Homenagenagem na Assembleia Legislativa de São Paulo à crítica de literatura e escritora Drª Nelly Novaes Coelho, em 13 de Novembro de 2008.
Homenagem na Assembleia Legislativa de São Paulo, em 25 de Novembro de 2009 ao empresário Dr. José Mindlin, por uma vida dedicada aos livros. A AEILIJ regional São Paulo, nessa programação de homenagens, contou com a valiosa parceria do deputado Carlos Giannazi. A jornalista Dina Amendola, da revista Panorama Editorial, publicação da Câmara Brasileira do Livro está preparando uma página a respeito da matéria: "Uma vida de paixão pelo livro" que sairá no próximo número.
O Sr. José Jorge Faraht, amigo de longa data de Mindlin, veio, em nome de toda a família representar o bibliófilo que se encontrava acamado na ocasião. Ao receber a placa, o Sr. Jorge, muito emocionado, explicou os motivos da ausência do amigo e agradeceu a homenagem.
Escritora de livros infanto-juvenis, coordenei a regional da AEILIJ ( Associação de Escritores e Ilustradores de literatura infantil e juvenil do estado de São Paulo) de junho de 2007 a junho de 2011. Sou compositora, criei trilhas sonoras para peças infantis que adaptei dos meus livros para o teatro de bonecos. Se quiser conhecer mais sobre meu trabalho acesse:
http://vivaoloivroinfantil.blogspot.com
http://almanaqueprimaveraemsampa.blogsqpot.com