quinta-feira, 4 de março de 2010

MURAL 7 - MARÇO DE 2010


NÚMERO 7 - MARÇO DE 2010

O Mural é uma agenda cultural mensal,
editada conforme os eventos surgem.
Amigo associado de qualquer cidade do Estado de São Paulo, contribua...
aguardamos notícias dos eventos do interior.

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DOMINGO PEDE PALAVRA

O escritor Marciano Vasques, da AEILIJ SP abriu uma página intitulada:
DOMINGO PEDE PALAVRA
no blog da corrdenadora regional Regina Sormani.
A matéria foi postada neste domingo, dia 28 de março de 2010.
Acessem:

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LIVRO DE MANUEL FILHO
EM DESTAQUE
NO CORREIO BRASILIENSE

Correio Brasiliense dedica a capa do suplemento infantil
e uma matéria de página dupla
ao livro "O DONO DA BOLA".




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LANÇAMENTO DE ELIANA MARTINS
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LANÇAMENTO DE TANIA MARTINELLI

Queridos amigos,

Com muita alegria, convido vocês a conhecerem meu novo livro juvenil Tudo o que mais queria, da editora do Brasil.

Narrado em 3ª pessoa a partir de duas perspectivas que vão se alternando, o livro conta a história de Luana, nascida em família bem estruturada financeiramente, que possui uma casa na praia, próxima ao mar, grande paixão da garota. Apesar do conforto que os pais lhe oferecem, Luana sente-se muito sozinha. Do outro lado, está Carlos Henrique, que também sente uma grande paixão pelo mar, apesar de só conhecê-lo pela tevê. Ao longo do livro, acompanhamos o amadurecimento dos dois, seus problemas, suas alegrias, seus sonhos e sua solidão.


Abraços,


Tânia

visite minha página:
http://taniamartinelli.blogspot.com

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TROCA DE LIVROS E GIBIS
EM DIVERSOS LOCAIS

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OFICINA DE MASSINHA COM NIREUDA LONGOBARDI



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ASSOCIADOS AEILIJ NA FEIRA DO LIVRO INFANTIL DE BOLOGNA


Parabéns a todos!!!


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ESCRITORA ELIANA MARTINS
EM SÃO BERNARDO DO CAMPO

No dia 23 de março, às 19:30, na Biblioteca Monteiro Lobato, de Sâo Bernardo do Campo.
LITERATURAS: Feminino Plural.
A Escritora falará sobre literatura feminina infantil e juvenil.
Rua Jurubatuba, 1415 - centro de são bernardo, próximo à Praça Lauro Gomes.

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PALESTRA MULHERES ESCRITORAS
Centro Cultural São paulo
Estação vergueiro do Metrô

Comemoração do Dia Internacional da Mulher

13 de março - 15h - Piso Caio Graco
Mulheres que usam as palavras como matéria-prima para lidar diretamente com as questões de acessibilidade e inclusão. Uma palestra em comemoração ao Dia Internacional da Mulher, com as escritoras Lô Galasso (literatura infanto-juvenil), Silvana Cambiaghi (autora do livro Desenho Universal) e Mara Gabrilli (publicitária, autora do livro Íntima Desordem). A mediação será feita por Maria Helena Chenque da Biblioteca Louis Braille. Todas as escritoras apresentarão suas carreiras e experiências debatendo temas importantes, esclarecendo dúvidas e interagindo com os espectadores. O evento contará com a presença de um intérprete de libras realizando a tradução simultânea.
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BIBLIOTECAS


HISTÓRIAS DE ANÕEZINHOS
Com Ana Luísa Lacombe. 40 min. +3 anos.
“Os três anõezinhos”, conto da autora israelense Haya Shenhav, reescrito e adaptado por Jean Garfunkel em texto rimado, onde toda a narrativa é ilustrada por origamis. E “Sigfried, como se faz um herói” onde pequenos brinquedos ilustram a narrativa, uma livre adaptação para crianças bem pequenas da história de Siegfried que situa-se em meados do século IV d. C., quando o imaginário dos habitantes do Norte da Europa era habitado por deuses e deusas, gigantes e anões, valquírias e ondinas, elfos e dragões, magos, bruxas e feiticeiros.
/ BP Viriato Corrêa. Dia 28, domingo, às 16h.
SERVIÇO:
/ Biblioteca Pública Viriato Corrêa. 101 lugares. Rua Sena Madureira, 298, Vila Mariana, Zona Sul. Tel. 5573-4017.



MÊS DA MULHER:


CONTAÇÕES DE HISTÓRIAS CELEBRAM A MULHER
Grupos de narradoras participam da programação especial que acontece, gratuitamente, em diversas regiões da cidade.

Pontos de Leitura, Bibliotecas Públicas e o Bosque da Leitura do Parque da Luz recebem uma programação especial em comemoração do Mês da Mulher. Grupos de narradoras e contadoras de histórias individuais­ apresentam contos que revelam o universo feminino. Para ver a programação completa, clique aqui.

MULHERES QUE CONTAM HISTÓRIAS DE MULHERES, SOBRE MULHERES
Cia. Dona Conceição. +10 anos.
Atividade que visa estimular o interesse pela leitura baseada nos contos "Tangerine Girl", de Rachel de Queiroz; "A moça tecelã", de Marina Colassanti, "Preciosidade", de Clarice Lispector e "Missa do galo", de Lygia Fagundes Telles.
/ BP Belmonte. Zona Sul. Dia 11, quinta, às 14h.
/ BP Milton Santos. Zona Leste. Dia 12, sexta, às 10h30.
/ BP Paulo Duarte. Zona Sul. Dia 27, sábado, às 10h30.

HISTÓRIAS DA MITOLOGIA GREGA
Com Lídia Engelberg. +14 anos.
Aracne e Leto são histórias nas quais personagens femininas conduzem o rumo dos acontecimentos.
/ BP Thales Castanho de Andrade. Zona Norte. Dia 8, segunda, às 14h.
/ Ponto de Leitura Parque do Piqueri. Zona Leste. Dia 14, domingo, às 11h.

UM RIO DE MULHERES EM ÁGUAS DE MARÇO
Com Tininha Calazans. +14 anos.
A personagem Tecelã de Encantares conta diversas aventuras protagonizadas por mulheres.
/ BP Camila Cerqueira César. Zona Oeste. Dia 8, segunda, às 14h30.
/ BP Castro Alves. Zona Sul. Dia 10, quarta, às 10h.
/ BP Afonso Taunay. Zona Leste. Dia 11, quinta, às 14h30.
/ BP Cora Coralina. Zona Leste. Dia 12, sexta, às 14h.
/ BP Ricardo Ramos. Zona Leste. Dia 15, segunda, às 14h.

UMA LINDA MULHER E OUTROS CONTOS FEMININOS
Conto em Cantos. +14 anos.
Histórias que refletem sobre a força, a delicadeza e a beleza da mulher.
/ BP Helena Silveira. Zona Sul. Dia 9, terça, às 13h30.
/ BP Rubens Borba de Moraes. Zona Leste. Dia 11, quinta, às 15h.

HISTÓRIAS DAQUI E DE LÁ
Meninas do Conto. +14 anos.
Diversos contos populares do mundo. Duas contadoras narram histórias utilizando objetos, figurinos e adereços, e trazem o aspecto lúdico da narração em homenagem à mulher.
/ BP Clarice Lispector. Zona Oeste. Dia 9, terça, às 14h30.
/ Ponto de Leitura Praça do Bambuzal. Zona Sul. Dia 10, quarta, às 10h30.
/ Ponto de Leitura Carolina Maria de Jesus. Zona Sul. Dia 17, quarta, às 14h.

HISTÓRIAS DE MULHERES PARA MULHERES
Cia. Dedo de Prosa. +14 anos.
O grupo presta homenagem a grandes autoras da literatura, narrando contos da tradição oral universal para retratar o imaginário feminino.
/ BP Gilberto Freyre. Zona Leste. Dia 9, terça, às 15h.
/ BP Vinicius de Moraes. Zona Leste. Dia 12, sexta, às 10h.
/ BP Nuto Sant’Anna. Zona Norte. Dia 16, terça, às 14h.
/ BP Prestes Maia. Zona Sul. Dia 30, terça, às 15h.

MULHERES DO ORIENTE
Com Ana Luísa Lacombe. +14 anos.
Duas histórias de amor retratam a personalidade de mulheres do Tibete e da Armênia.
/ BP Érico Veríssimo. Zona Norte. Dia 10, quarta, às 14h.

MULHERES NEGRAS
Com Lilian Marchetti. +14 anos.
Histórias de mulheres negras, precursoras de algumas atividades, que quebraram tabus.
/ BP Lenyra Fraccarolli. Zona Leste. Dia 11, quinta, às 14h.
/ BP Érico Veríssimo. Zona Norte. Dia 12, sexta, às 10h.

SHERAZADE, SOBRE O TÊNUE FIO DE SEDA
Com Kelly Orasi. +14 anos.
Em homenagem às grandes heroínas do imaginário feminino, é contada a história de Sherazade, personagem que viveu 1.001 noites acreditando na sabedoria e no poder transformador de suas narrações.
/ BP Anne Frank. Zona Oeste. Dia 12, sexta, às 14h.
/ BP Vinicius de Moraes. Zona Leste. Dia 19, sexta, às 10h30.

BÁLSAMOS
Com Débora Kikuti. +14 anos.
Contos de fadas e lendas folclóricas de várias partes do mundo são apresentados do ponto de vista feminino.
/ Bosque da Leitura do Parque da Luz. Centro. Dia 14, domingo, às 14h.

PALAVRA DE MULHER
Cia. Luarnoar. +14 anos.
Apresentação com música ao vivo que revela a intimidade da mulher que conquistou seu espaço, sem abandonar suas raízes.
/ BP Cora Coralina. Zona Leste. Dia 14, domingo, às 14h30.

MULHERES DAS ARÁBIAS
Com Simone Nasar. +14 anos.
A dimensão da mulher na cultura árabe por meio de contos como "O marido, a mulher e o papagaio", "A mulher do frasco" e "A torre das mil tristezas".
/ BP Vicente Paulo Guimarães. Zona Leste. Dia 17, terça, às 14h.


OUTROS TEMAS ÓTIMOS:

ENCONTROS COM A POESIA - SEXTILHAS, OITAVAS E DÉCIMAS
Com César Obeid.
Os participantes vivenciarão, de maneira dinâmica e prática, essas três modalidades da literatura de cordel e do repente de viola.
/ BP Alceu Amoroso Lima. Dia 10, quarta, 19h.

A 10ª BIENAL INTERNACIONAL DE POESIA VISUAL E EXPERIMENTAL EN MÉXICO
Com Roberto Keppler.
"Soy cacto, soy cobra, soy el vuelo del águila." (Roberto Keppler, Outubro/2009)
Após a exposição "Pequeno Grande", realizada em 2008, Roberto Keppler participou do "Encontro Internacional de Poesia Visual Amanda Berenguer", em Montevidéu, e da "X Bienal De Poesia Visual e Experimental", na Cidade do México, em 2009, com apoio da Universidade Autônoma do México e do Ministério da Cultura. A troca de experiências com artistas mexicanos e de outros países será apresentada com documentação de fotos e vídeo. É mais um ciclo na interpretação do poema, no qual a síntese do texto torna-se visual.
/ BP Alceu Amoroso Lima. Dia 11, quinta, às 19h.

LEITURA FILOSÓFICA
Com Cintia dos Santos Pereira da Silva, Antropóloga pela UNICAMP, licenciada em Ciências Sociais.
O objetivo é inserir na leitura de textos filosóficos, questões cotidianas, que possibilitem ao aluno obter ferramentas para que, a partir delas, cada um possa construir seu próprio entendimento da realidade, de acordo com os parâmetros apresentados durante as aulas, assim como apresentar o mundo contemporâneo através das palavras e dos livros.
/ BM Pedro da Silva Nava. Dias 13 e 27, sábados.
Módulo I (Jovens de 12 a 17 anos) das 13h30 às 14h30. Módulo II (acima de 18 anos) das 15h às 16h.

E SE AS COISAS FOSSEM DIFERENTES
Cia. Truks. 50 min. Para crianças.
Como seria se as histórias dos príncipes, das princesas, dos reis e das rainhas, das bruxas más e dos dragões que soltam fogo pelo nariz começassem pelo final, depois do "viveram felizes para sempre"? De forma bem leve e divertida, o espetáculo fala às crianças que os problemas existem e devem ser encarados como parte da vida, e que a imposição de que é preciso ser feliz o tempo todo é muito cruel para os pequenos. Na segunda parte da peça, é contada a bonita história do "Planeta dos Aljenfios", onde os habitantes são exatamente como se imagina que sejam. Como assim? Ora, simples: se os imaginarmos muito altos, eles automaticamente ganham altura, se os imaginamos gordos, imediatamente engordam, se os imaginamos com pintas roxas no rosto, elas na hora pipocarão em suas faces. O problema ocorre quando a fama do planeta rapidamente atravessa as galáxias e, a cada instante, em alguma parte do universo, imagina-se que seus moradores sejam diferentes. Os pobres habitantes do lugar mudam de forma e de jeito a cada instante. Perdendo a paz, e já quase enlouquecidos com tantas transformações, eles descobrirão uma forma surpreendente de resolverem os seus terríveis problemas. Descobrem, sobretudo, a alegria de ser como são, e não como se espera que sejam.
/ BP Infanto-Juvenil Monteiro Lobato (70 lugares). Dia 14, domingo, às 11h. Retirar senha meia hora antes.

TUINGO E BATATINHA - A DUPLA DE 2 GIGANTES
Grupo Bubiô, Ficô Lô! Com Nico Serrano e Weslei Soares. Livre.
Contação de histórias mesclada com elementos de circo. Dois palhaços interagem com o público e mostram de forma divertida alguns esquetes cômicos e tradicionais. Sem contar que demonstram ao público as vantagens de ser baixinho. Números musicais e de mágica também fazem parte da contação.
/ BP Raul Bopp. Dia 14, domingo, às 10h30.

HISTÓRIAS CONTRÁRIAS
Grupo Balaio de Dois. Com Paulo Netho e Salatiel Silva. 50 min. Crianças.
Apresenta uma mistura de contação de histórias com poesias, cantigas de roda, trava-línguas e muitas brincadeiras utilizando apenas a palavra cantada e falada como suporte para voos imaginários pela oralidade.
/ BP Belmonte. Dia 18, quinta, das 14h às 16h.
/ BM Padre José de Anchieta. Dia 15, segunda, às 15h.

ELÉIA LEU
Em edições quinzenais, os poetas Berimba de Jesus, Caco Pontes, Gabriel Kerhart, Gabriel Kolyniak, Pedro Tostes e Valter Vitor coordenam uma roda de leitura, oferecendo um cardápio de poemas organizado em torno de temas que propiciam a interlocução entre diversas linguagens, escolas e modos de fazer e pensar poesia.
/ BP Alceu Amoroso Lima. Dias 16 e 30, terças, das 19h30 às 21h30.

XILOGRAVURA: DIÁLOGOS ENTRE TÉCNICAS E GERAÇÕES
A exposição apresenta parte dos trabalhos realizados nas oficinas de xilogravura e xilogravura em quadrinhos ministradas em 2009 na Biblioteca Pública Belmonte (temática em Cultura Popular) por Eduardo Ver e Ezê. Foram selecionados 20 trabalhos de 16 alunos. A xilogravura é uma técnica de gravura milenar que foi introduzida no Brasil pelos colonizadores portugueses. As imagens são talhadas na madeira e transferidas para o papel ou outro suporte. Na região Nordeste, se desenvolveu juntamente com a literatura de cordel, adquirindo enorme popularidade. Dada sua importância para a Cultura Popular, a biblioteca Belmonte mantém um ateliê de xilogravura com programação regular de oficinas.
/ BP Alceu Amoroso Lima. Até dia 04/04. De segunda a sexta, das 08h às 19h. Sábado, das 10h às 16h.

SERVIÇO:
Biblioteca Pública Alceu Amoroso Lima. Rua Henrique Schaumann, 777, Pinheiros, Zona Oeste. Tel. 3082-5023. Veja como chegar.
Biblioteca Pública Raul Bopp. Rua Muniz de Souza, 1155, Aclimação, Zona Sul. Tel. 3208-1895. Veja como chegar.
Biblioteca Pública Belmonte. Rua Paulo Eiró, 525, Santo Amaro, Zona Sul. Tel. 5687-0408 / 5691-0433. Veja como chegar.
Biblioteca Pública Infanto-Juvenil Monteiro Lobato. Rua General Jardim, 485, Vila Buarque, Centro. Tel. 3256-4122. Veja como chegar.
Biblioteca Municipal Pedro da Silva Nava. Av. Eng. Caetano Alvarez, 5903, Mandaqui, Zona Norte. Tel. 2973-7293. Veja como chegar.
Biblioteca Municipal Padre José de Anchieta. Rua Antônio Maia, 651, Perus, Zona Norte. Tel. 3917-0751. Veja como chegar.


SERVIÇO:
Biblioteca Pública Belmonte. Rua Paulo Eiró, 525, Santo Amaro, Zona Sul. Tel. 5687-0408 / 5691-0433. Veja como chegar.
Biblioteca Pública Milton Santos. Av. Aricanduva, 5777, Aricanduva, Zona Leste. Tel. 2726-4882. Veja como chegar.
Biblioteca Pública Paulo Duarte. Rua Arsênio Tavolieri, 45, Jabaquara, Zona Sul, Tel. 5011-7445 / 5011-8819. Veja como chegar.
Biblioteca Pública Thales Castanho de Andrade. Rua Dr. Artur Fajardo, 447, Chácara Nossa Senhora Aparecida. Zona Norte. Tel. 3975-7439. Veja como chegar.
Biblioteca Pública Camila Cerqueira César. Rua Waldemar Sanches, 04, Butantã, Zona Oeste. Tel. 3731-5210. Veja como chegar.
Biblioteca Pública Castro Alves. Rua Abrahão Mussa, s/n, Jardim Patente, Zona Sul. Tel. 2946-4562. Veja como chegar.
Biblioteca Pública Afonso Taunay. Rua Taquari, 549, Mooca, Zona Leste. Tel. 2292-5126. Veja como chegar.
Biblioteca Pública Cora Coralina. Rua Otelo Augusto Ribeiro, 113, Guaianazes, Zona Leste. Tel. 2557-8004. Veja como chegar.
Biblioteca Pública Ricardo Ramos. Praça do Centenário de Vila Prudente, 25, Vila Prudente, Zona Leste. Tel. 2273-4860. Veja como chegar.
Biblioteca Pública Helena Silveira. Rua João Batista Reimão, 146, Campo Limpo, Zona Sul . Tel. 5841-1259. Veja como chegar.
Biblioteca Pública Rubens Borba de Moraes. Rua Sampei Sato, 440, Ermelino Matarazzo, Zona Leste. Tel. 2943-5255. Veja como chegar.
Biblioteca Pública Clarice Lispector. Rua Jaricunas, 458, Siciliano, Zona Oeste. Tel. 3672-1423. Veja como chegar.
Biblioteca Pública Gilberto Freyre. Rua José Joaquim, 290, Sapopemba, Zona Leste. Tel. 2143-1811. Veja como chegar.
Biblioteca Pública Vinícius de Moraes. Rua Jardim Tamoio, 1119, Cohab José Bonifácio, Itaquera, Zona Leste. Tel. 2521-6914. Veja como chegar.
Biblioteca Pública Nuto Sant’Anna. Praça Tenório Aguiar, 32, Santana, Zona Norte. Tel. 2973-0072. Veja como chegar.
Biblioteca Pública Prestes Maia. Av. João Dias, 822, Santo Amaro, Zona Sul. Tel. 5687-0513. Veja como chegar.
Biblioteca Pública Érico Veríssimo. Rua Diógenes Dourado, 101, Parada de Taipas, Zona Norte. Tel. 3972-0450. Veja como chegar.
Biblioteca Pública Lenyra Fraccaroli. Praça Haroldo Daltro, 451, Vila Nova Manchester, Zona Leste. Tel. 2295-2295. Veja como chegar.
Biblioteca Pública Anne Frank. Rua Cojuba, 45, Itaim Bibi, Zona Oeste. Tel. 3078-6352. Veja como chegar.
Biblioteca Pública Vicente Paulo Guimarães. Rua Jaguar, 225, Vila Curuçá, Zona Leste. Tel. 2035-5322.

Endereços:

Bosque da Leitura do Parque da Luz. Parque da Luz - Rua Ribeiro de Lima, 99, Bom Retiro, Centro.
Ponto de Leitura Parque do Piqueri. Rua Taquari, 549, Mooca, Zona Leste. Tel: 2292-2122 / 2291-4863 / 2292-6354.
Ponto de Leitura Praça do Bambuzal. Rua da Colônia Nova, s/n, Praça Nativo Rosa de Oliveira, Chácara São Judas, Jardim Ângela, Zona Sul. Tel. 5833-3564.
Ponto de Leitura Carolina Maria de Jesus. Rua Terezinha do Prado Oliveira, 119, Parelheiros, Funciona no Centro de Cidadania da Mulher, Zona Sul. Tel. 5921-3665.


Toda a programação é gratuita. Visite nosso site:
www.bibliotecas.sp.gov.br

quarta-feira, 3 de março de 2010

Caipiroesia

CAIPIROESIA

(Espécie de repente amoroso do folclore paulista, criado por Regina Sormani e assimilado por Eliana Martins).



Saudade pra mais de metro.

Já que ocê não vem e eu num vô...
Ficamo assim mermo, só de prosô
Uma lá e ôtra cá, cum amizade,
Pois nóis é amiga di verdade!
Gostô?

Gostei e respondo di vorta.
Num acho que nóis é amiga,
Mais irmã, meio torta.
Que num tem chove num móia,
nem medo de lambisgóia.
E nem memo tempo quente;
Se dá com toda gente.
Êta nóis! É bom pará,
senão começo a chorá!
Ou de cá ou de lá,
vamo se visitá?


Êta muié sem rodeio,
Que fala tudo qui pensa!
Se nóis continuá no proseio,
Num há di tê disavença.
Nossa amizade é jurada
E num se acaba por nada!
Chora não, cê é valente,
Bunitinha, inteligente...
Mais, as água vão rolá
E nóis vorta a se encontrá!

Deus te alumie minha amiga,
E a Mãe do Céu bendiga!
Cê é um doce de muié.
Inté!

segunda-feira, 1 de março de 2010

Vice-Versa de Março de 2010



Participam do Vice-Versa de Março as escritoras Benita Prieto e Lúcia Fidalgo, da regional RJ. Obrigada e um grande beijo,

Regina


Lúcia Fidalgo


Perguntas de Benita Prieto para Lúcia Fidalgo

1- Bibliotecária, contadora de histórias e escritora... Como se deu esse percurso? Esses eram seus sonhos quando entrou na universidade?

Na verdade eu acho que eu sempre quis ser tudo isso e muito mais...Desde pequena eu dizia que queria ser professora. Como era a caçula, só dava para dar aulas para as bonecas. Depois é que nasceu meu irmão, mas, eu não dava aulas para ele.Tinha um desejo imenso de aprender a ler. Minha mãe diz que com 4 anos eu já lia alguma coisa. Acho que fui movida pelo desejo.Quando escolhi fazer biblioteconomia....(hoje eu acho que a biblioteconomia é que me escolheu)escolhi porque a biblioteca da minha escola não era a biblioteca dos meus sonhos e eu queria de verdade que ela fosse diferente....e quero até hoje. Ser contadora de histórias e escritora ( apesar de sempre fazer parte da minha vida essas narrativas) realmente eu não pensava em ser. Mas acho que essa linha de pesquisa já estava traçada na Universidade para mim. Meu olhar cigano me diz sempre que nascemos com uma das mãos construída e outra que vamos construir, e elas trabalham juntas. E juntando tudo isso, eu hoje sou o que sempre morou no meu desejo e no meu sonho. Ser professora. Uma professora bibliotecária, escritora e contadora de histórias.


2- Você tem uma história pessoal muito bonita de promoção de leitura em sua casa, pois sua mãe Dona Neuza é uma exímia narradora. Conte como aconteciam esses saraus com seus irmãos.

Realmente, minha mãe foi responsável por muitas coisas nessa minha escolha. Ela contava e cantava muito pra gente. Cantava músicas que ninguém na minha escola conhecia.Me embalava com as músicas de Lupicínio Rodrigues e Dolores Duran. Que música é essa?...Perguntavam meus amigos quando eu ameaçava cantarolar. Lá em casa todo mundo sempre cantou. Até meu pai, que não tinha lá a voz igual à dela, quando estava bem humorado, cantava fados da terra do pai dele. Cantar e contar para mim é muito parecido. Minha família é portuguesa, por parte de pai e de mãe. Mas vivi sempre com a família do meu pai, pois meu avô construiu um prédio com seis apartamentos e deu um para cada filho....E ali moramos: a família CRUZ FIDALGO....Por ai já começa uma história sem fim. Mas as melhores histórias eram contadas nas minhas férias. Passávamos em Mury, Nova Friburgo. Lá tínhamos uma casa bem pequena,mas grande em amor.Com janela e porta de coração, e quando chagávamos lá era alegria o dia todo . E de noite era só juntar as camas para um corpo aquecer o outro e abríamos bem os nossos ouvidos para escutar a voz doce e suave com que minha mãe costurava os nossos sonhos... Hoje ela não conta nem canta mais. Brigo com ela, mas, ela diz que não tem mais voz. Não é a voz que se cala, é o coração que silencia.


3- Dizem que o contador proclama as palavras do autor. Seria somente isso? O que é essencial para um contador de histórias?

Ah.... Se fosse só isso... Mas não é. Vejo o contador como um personagem que salta da história e veste palavras, se perfuma com os cheiros dos contos e vai seduzindo os ouvidos e olhos dos ouvintes que penetram naquilo que ele conta. Feitiço? Não, é o poder da palavra, palavra que ganha forma e formato e cresce lentamente até que a história termina e o ouvinte fica esperando mais. O contador precisa ter isso...essência, que embriaga, perfuma, encanta, seduz e convida sempre a escutar mais uma, mais outra e outra...Sherazade, todos nós temos um pouco dela.


4- Você acha que a Internet pode ser uma aliada da promoção da leitura?

Na promoção da leitura e em toda a construção de pesquisa que buscamos. Apesar dos caminhos tortos que ela possui, os caminhos verdadeiros são muitos e ótimos para ajudar na promoção do livro e da leitura. Como tudo na vida, para usarmos a internet também temos que saber fazer escolhas.



Benita Prieto

Perguntas de Lúcia Fidalgo para Benita Prieto

1- Conta um pouco da sua trajetória profissional com leitura, narração oral, produção... Começou como engenheira eletrônica?

Sou uma criatura inquieta e testei todas as áreas. Primeiro me formei Técnica de Laboratório em Análises Clínicas, pois queria ser médica. Depois fiz Engenharia Eletrônica por gostar de matemática e física. No entanto, a arte estava o tempo todo presente na minha vida através do Teatro que faço desde pequena.
Um dia resolvi "chutar o balde" e assumir minha veia artística. Foi aí que por artes e bruxarias de Maria Lúcia Martins cheguei à FNLIJ - Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil e ao projeto Meu Livro, Meu Companheiro, meu passaporte para o fascinante mundo da promoção da leitura. O resto aconteceu naturalmente. A convite de Celso Sisto entrei no Grupo Morandubetá de Contadores de Histórias, foquei meu trabalho como produtora cultural na área da leitura, voltei para a universidade e me especializei em Literatura Infantil e Juvenil e Leitura: Teoria e Práticas, passei a viajar, escrever... e lá se vão 20 anos.

2-Para você, qual o efeito da narração oral na formação do leitor?

Todos os relatos nos mostram que é a porta de entrada para o livro. E não conheço pesquisador respeitado que diga o contrário. Portanto, tenho que me render às evidências.
Acredito que ninguém fica indiferente à sedução da palavra bem dita. E tem outra coisa que está intimamente ligada à narração e a formação do leitor que é o afeto. Contar uma história é dividir com o outro o que de melhor existe dentro da gente, nossa emoção. O ouvinte terá desejo de buscar onde estão essas palavras que tanto o tocaram. Assim o processo se completa e chegamos ao texto escrito.

3-Como ouvinte de tantos contadores, como você recebe a palavra dita por eles?

Sempre me coloco na posição de aprendiz. As histórias contadas com verdade emocionam e daí pouco importa se a performance do contador é exuberante ou tímida. O que realmente vale é perceber meu imaginário tocado, meus sentidos mexidos, minha alma repleta. Quando ouço uma história bem contada me invade uma felicidade infantil, um desejo de contar para os outros o que ouvi.

4-E os seus projetos hoje como contadora, produtora, especialista em leitura... Fale um pouquinho de cada um deles.

Esse ano promete... Mas aprendi que o melhor é manter em segredo até assinar os contratos. Com certeza faremos o Simpósio Internacional de Contadores de Histórias no Rio de Janeiro e Ouro Preto.
Mas uma ação que depende só de mim já coloquei na internet. É o blog: http://falandodeleitura.blogspot.com/ que pretendo seja um instrumento de ajuda para pais, professores. Acho que é minha obrigação compartilhar esse trabalho que desenvolvo há tantos anos.