terça-feira, 27 de setembro de 2011

Palavra do leitor

Olá, pessoal! 
Jânia  é uma assidua leitora e  participante de uma Oficina de Leitura e Literatura que fazemos juntas há mais de 6 anos. É enfermeira,  faz especialização para trabalhar com  idosos, frequenta muitas reuniões literárias e poéticas na  Casa  das  Rosas, Saraus de Poesia, Flip. etc.  Ela comentou o meu livro A TURMA DA POROROCA publicado pela Nova Didática,  com ilustrações de Theo Cordeiro. 
Um abraço a todos da Fábia Terni  - associada da AEILIJ paulista 

Vim lendo  A Turma da Pororoca durante o trajeto de metrô que, com a chuva foi demorado, mas agradabilissimo com a leitura. Que gracinha o seu livro!!!  Muito obrigada por  me proporcionar o prazer da sua leitura. De hoje em diante usarei os neologismos Euologia e o Meuologia nas palestras das escolas. Que bacana! O que me deixou mais feliz é que nossos pensamentos (a matéria do blog, Hérnia Umbilical) estão irmanados. Conviver com as pessoas está muito dificil, mas, é possivel com a TOLERÂNCIA, conforme ensinou o Prof. Justo e como aprenderam os membros da Turma da Pororoca.
Tenha uma boa semana e que os deuses continuem a fazer fluir nessa cabecinha  as histórias mais lindas e humanas que seus olhinhos de criança possam traduzir. Seus filhos são pessoas de muita sorte e seus netos, privilegiados.
 Meu abraço mais carinhoso ainda,
Jânia



quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Um livro do qual gostei muito - TAGARELA -


Quero começar falando sobre a autora do livro TAGARELA, a Alina Perlman, associada da regional paulista da AEILIJ. Ela é uma amiga querida, e, na minha opinião, uma das melhores escritoras de livros infantis da atualidade.
Tagarela conta a história de Cecília, uma garotinha simpática, alegre e inteligente.
Porém, essa graça de menina falava o tempo todo, sem parar. Falava, falava, falava...ufa! Em casa, não dava sossego aos pais, perguntava a respeito de todos os assuntos e na escola, então, deixava a professora maluca. Era, sim, muito querida pelas colegas, mas, nem elas aguentavam tanta falação.
Cecília adorava sair para ir ao teatro ou cinema, mas, ficar quieta nesses lugares era um problemão. Como controlar aquela coceirinha na língua?
Certo dia, porém, a menina começou a ficar rouca e a mãe a levou ao médico que receitou vários remédios para rouquidão. Nada adiantou e então Cecília foi levada a um especialista que explicou que a menina tinha um problema numa das cordas vocais e decretou:
— Operação simples. É feita no consultório e a menina pode voltar para casa no mesmo dia.
Bom, a tal operação foi feita com sucesso, mas, Cecília teria que ficar sem falar durante uma semana. Ficou combinado que os pais dariam a ela um sininho para chamar as pessoas, um caderno e uma caneta para escrever aquilo que precisasse.
Nem é preciso dizer que a carga da caneta acabou, muitos outros cadernos foram comprados e as pessoas ficaram malucas de tanto ouvir o sininho tocar...
Certa noite Cecília acordou com sede e tocou o sininho pra chamar alguém. Tocou, tocou e ninguém ouviu. Ficou muito brava mesmo, mas, como gritar? Estava proibida de falar. De repente ouviu uma explosão seguida de um grito. Olhou-se no espelho e percebeu que  havia um buraco em cada um dos seus cotovelos. Vocês devem conhecer a expressão"falar pelos cotovelos". Era isso, exatamente, o que estava acontecendo.
A essa altura, a história se torna mais e mais interessante, com passagens muito engraçadas. Mas, não vou contar o final, não. Recomendo a leitura a todos, tenho certeza que vocês irão gostar. E pra finalizar, quero dizer que as ilustrações são da Ana Raquel e que este livro foi publicado pela editora Formato.

Um forte abraço,
Regina Sormani

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segunda-feira, 19 de setembro de 2011

PÁGINA DO ILUSTRADOR - 23 - ALEXANDRE SIQUEIRA


PÁGINA DO ILUSTRADOR 23

Nesta edição apresentamos o ilustrador
ALEXANDRE SIQUEIRA

Ilustrador e Caricaturista, nascido em 1976 natural de São Paulo capital.
Formado pela EPA Escola Panamericana de Arte em 1993;
com o (apadrinhamento) do professor e grande amigo LUIZ ROSSO;





Alexandre Siqueira iniciou sua vida profissional
na produtora credenciada a Walt Disney,
HGN Produções Cinematográficas,
em seguida estagiou na Andrade & Strelniek Propaganda.





Através da Impacto de Quadrinhos atuou no mercado americano,
entretanto, como diretor de arte, na RTB;
participou de produções junto as grandes produtoras/estúdios
de desenhos animados e agências de publicidade,
também dividiu trabalhos com outros artistas
e é criador da Turminha da Fidelidade.



Com enorme experiência, Siqueira, fundou seu estúdio com um novo conceito de superação,
inovação e ousadia, assim, desfrutando da alta tecnologia e atendendo a diversidade de mídias,
propõe para seus clientes de qualquer segmento soluções criativas e ousadas
nas produções de Filmes Publicitários,
Animações 2d/3d, Ilustrações, CG, entre outros métodos/estilos.




Graduando pela UNIFEV em Produção de Multimídias,
concluído o curso sequencial de Produtor em Audiovisual,
também é colaborador do Folha de São Paulo
e atende toda a demanda de trabalho do território nacional e internacional.






Nos colocamos a disposição

Um grande Abraço,

http://siqueirarts.com.br

contato@siqueirarts.com.br

Tel: (17) 3423.4743



Ilustrador associado AEILIJ de todo Brasil,

participe da página do ilustrador,

envie seu material para

contato@danilomarques.com.br



Canto e Encanto da Poesia - Plenilúnio



Plenilúnio


Ah, que alegria!...
Um anjo em liberdade.
Tão belo tão doce!...
E, ao leve, brilha no azul de uma noite de lua prateada de abril.


É ela, imagino.
Imagino.
Ó, linda mulher, és tu?


Quero
Colher a flor de teu sorriso.
Quero
florescer no intenso de teus olhos.
Quero
mergulhar no uniVerso encantado dentro de ti.


Venha,
Tranquila e silenciosa a noite convida
Venha. Vamos dançar. Tenho fome sem fim
de vida. Vamos dançar.




• FBN© 2007 * Prenilúnio - Categoria: poesia. Autor: Welington Almeida Pinto

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

Era uma vez...O dia seguinte

Meus caros,
Saboreiem o livro de Luis Eduardo Matta.
Boa leitura!
Um abraço,
Regina Sormani



Uma aventura eletrizante pela Nova York pós-11 de setembro
Atentado às Torres Gêmeas é o ponto de partida para uma história de suspense que celebra a amizade entre os diferentes.


Antônio, um adolescente paulistano de 14 anos, acabara de chegar a Nova York, na companhia de sua mãe. Mas nada de férias ou diversão. O motivo da viagem era dos mais tensos: os dois estavam na cidade em busca de pistas do pai de Antônio, desaparecido há algumas semanas. Farid Wassouf, um brasileiro de origem síria, era um dos diretores de uma empresa de comércio internacional, e havia viajado até os Estados Unidos para investigar uma fraude que descobrira na firma. Desde então, sumiu sem deixar vestígios.

Naquela manhã, a mãe de Antônio iria se encontrar com Yaakov Zilberman, um judeu americano que era sócio de Wassouf na empresa, além de ser seu amigo de longa data – ignorando a persistente rixa entre judeus e árabes. Ela tinha esperanças de que Zilberman pudesse lhe ajudar a encontrar seu marido. Marcaram o encontro no terraço do World Trade Center. A data era 11 de setembro de 2001. Poucos minutos depois de se despedir de sua mãe, no lobby das Torres Gêmeas, Antônio viu, atordoado, o prédio vir abaixo.

O ataque terrorista orquestrado por Bin Laden é apenas o ponto de partida para uma aventura eletrizante, que leva Antônio a se enredar numa sequência de revelações e perigos encadeados com a velocidade dos melhores thrillers. Com a morte súbita da mãe, só resta ao garoto tentar desvendar, por conta própria, o paradeiro do pai. Para isso, seu único aliado é Michael, filho de Yaakov Zilberman, que tem a mesma idade e sente a mesma dor: seu pai, afinal, também fora vítima do atentado contra as Torres Gêmeas.

Michael, porém, faz questão de se revelar pouco simpático à presença de Antônio. Uma antipatia que muda com o decorrer dos sobressaltos. Juntos, os dois saem por Nova York em 12 de setembro, um dia estranho na cidade, em busca de pistas de Farid Wassouf. Tudo o que sabem é que o empresário sumira após ter se encontrado com o detetive particular que investigava a fraude na companhia. Este, por sua vez, fora cruelmente assassinado.

O dia seguinte retoma o estilo das deliciosas narrativas de suspense dos livros para adolescentes dos anos 80, escritos por craques como Marcos Rey e Lúcia Machado de Almeida. Imbuídos apenas de valentia e muita criatividade, Antônio e Michael precisam desvendar enigmas e se safar de bandidos perigosos, enquanto estreitam a confiança um no outro.

Os mistérios, com o decorrer das páginas, se multiplicam. Quem é Bispo, o hábil enxadrista que surge como um nome temido em diálogos dos adultos? Será ele mocinho ou vilão? Por que a mãe de Michael insiste em esquecer a fraude na empresa? E o misterioso Barba Negra, qual o seu papel nessa história? Com uma rara habilidade para construir suspenses, Luis Eduardo Matta fisga a curiosidade do leitor até a última linha.



TRECHO

Antônio estava há um minuto no quarto ocupado por ele e pela mãe, no décimo andar do hotel Marriott, e havia acabado de encontrar sua carteira no fundo da mala, quando ouviu um estrondo do lado de fora. Talvez tivesse sido só impressão, mas ele era capaz de jurar que o quarto havia tremido ligeiramente.

O que teria sido aquilo?

Ele foi até a janela, que dava para os fundos, para a praça interna do complexo do World Trade Center, e viu algumas pessoas correndo. Algumas gritavam e gesticulavam freneticamente, olhando para o alto. Antônio seguiu o olhar delas e viu uma fumaceira densa se espalhando pelo ar. Ela estava saindo de uma das Torres Gêmeas. A da esquerda. Onde estava sua mãe.




O AUTOR

Luis Eduardo Matta nasceu no Rio de Janeiro, em 1974. É autor de vários livros, entre eles, os thrillers O véu, 120 horas e Ira implacável, e os juvenis Morte no colégio, Roubo no Paço Imperial e O rubi do Planalto Central. Participou de antologias de contos, como Território V, Jogos criminais e Internautas: os chips reinventando o nosso dia a dia. Tem diversos artigos e ensaios publicados, a maioria no portal Digestivo Cultural. Mais informações sobre ele podem ser encontradas no site www.lematta.com.


Título: O dia seguinte  
Autor: Luis Eduardo Matta
Público-alvo: a partir de 12 anos

ESCRITA FINA EDIÇÕES


sábado, 10 de setembro de 2011

PÁGINA DO ROSPO — 3



A LUA E A SAPABELA








No brejo, Rospo, o sapo brejeiro, enamorado que só ele, tentava, com seus boleros de amor, conquistar a sempre tão distante e bela Lua.

Derramava ao luar a sua elegante voz.

Como se fosse o último romântico do século, tocava a sua viola e, bolerando, bolerando, declarava seu impossível amor pela insensível Lua, que no azul, distraída passeava.

Entre as folhagens, a Sapabela, entristecida, ouvia o sapo cantor e suspirava.

—“Que pena que ele só pensa na Lua. Se ao menos lembrasse que eu existo!”

E o sapo a cantar desabafava:

—“Não adianta! A lua nem ouve os meus boleros. Serei sempre um sapo solitário...”

E porque às vezes o amor está tão perto, mas a gente nem repara, o sapo continuava sonhando com a distante Lua, dedicando-lhe seus apaixonados boleros de amor, sem ao menos ouvir, atrás das folhagens, o palpitante coração da Sapabela.


MARCIANO VASQUES

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

Vice-Versa de setembro de 2011



Queridos amigos!

Apreciem, no mês de setembro, as entrevistas da escritora Rosa Amanda Strausz (RJ) e do escritor Leo Cunha (MG)

Um abraço,

Regina Sormani




Respostas de Rosa Amanda


1- Seu "Deus me livre!" é uma pérola do humor politicamente abusado. Você acha que o mercado hoje (incluindo todo mundo: autores, editoras, escolas, crítica etc) está menos ou mais careta do que quando você escreveu esse livro, na década de 1990?

R: O mercado infantil do livro sempre foi muito careta. Existe um grude pedagógico no livro do qual ninguém se livra. De um modo geral, as crianças veem barbaridades na TV, na internet e nos videogames, mas se um livro traz a palavra "merda" cai o mundo. Sexualidade na novela, pode. No livro, não pode.


2- Você foi uma das pioneiras no Brasil a usar a internet para divulgar e debater a literatura infantil e juvenil, ainda na década de 90, com o site Doce de Letra. Você acha que a LIJ tem explorado bem os recursos da internet e do ciberespaço, tanto em termos de divulgação quanto como ferramenta criativa? O que você destacaria?

R: Não tem,  não. As exceções são raras. Entre elas, destaco o trabalho que o Guto Lins vem fazendo com o Eros & Psique.com.br. Mas as dificuldades são muitas, principalmente porque as editoras não investem em nada que não estejam acostumadas a fazer. 


3 - Vários de seus livros parecem inspirados em passagens de sua vida familiar e afetiva. Quando os filhos acabarem de crescer, você acha que isso vai mudar alguma coisa na sua produção?

R: Tudo o que eu vivo pode ser transformado em matéria ficcional e as vivências familiares não são exceção. Mas, meus livros também são inspirados em outros livros - como no caso da Alecrim, que tem os livros da Sylvia Orthof como referência; em Os meninos-caracol uso a história do Gato de Botas para falar de reforma agrária. Outros saem de relatos, como Uólace e João Victor, que nasceu de conversas que tive com um menino de rua e com o pessoal do projeto Recuperarte. Enfim, a vida está aí, não falta material. É mais fácil eu parar de escrever para crianças pelos entraves do mercado do que por falta de inspiração.

4 - Tenho a sensação de que o mercado editorial, atualmente, tem priorizado bastante os livros em série e as coleções bem amarradas. Quais as vantagens e desvantagens dessa opção editorial, na sua opinião?

R: A vantagem mais imediata é a orientação do leitor. Quando ele gosta de um autor ou de um gênero, pode se guiar pela coleção, que funciona como uma espécie de curadoria. A desvantagem é dar ao leitor a ideia de que ele vai encontrar sempre mais do mesmo, o que nem sempre é verdade. Pessoalmente, acho muito chato escrever para coleções, o que não me impede de fazê-lo.



Respostas de Leo Cunha

1) A musicalidade da palavra é um referencial forte na sua obra. É fácil perceber isso na poesia e você chegou a transformar poemas em canções no Clave de Lua. Mas, até mesmo na crônica essa característica está presente. Não dá para esquecer do "bendi teu fruto" do livro Tela Plana - crônica de um país telemaníaco. Como é a sua relação com a música? O que você gosta de ouvir? Você usa a música como inspiração enquanto está escrevendo?


R: Sou fascinado pela música e pelos músicos. Aliás, tenho muita inveja dos músicos, o dom deles me parece algo mágico, inexplicável. Por sorte (ou por escutar muita música desde pequeno), meus textos têm mesmo um forte elemento sonoro. Eu tenho diversos "parceiros" espalhados pelo Brasil, músicos e professores de música que, mesmo sem me conhecer pessoalmente, resolvem musicar poemas meus e me mandam email contando isso e enviando a canção em MP3. Tenho cerca de 60 poemas musicados, e na maioria das vezes nunca encontrei o compositor!
Meu gosto musical é muito eclético: ouço muito rock, muita MPB e adoro os clássicos do cancioneiro norte-americano, como Gershwin, Cole Porter, Irving Berlin, Rodgers e Hart. Entre os letristas, meus ídolos são Chico Buarque, Aldir Blanc, Cazuza e Arnaldo Antunes. Quando estou escrevendo, porém, não posso escutar músicas que tenham letra, pois isso me distrai demais. Prefiro escrever no silêncio ou ouvindo música instrumental, seja erudita ou jazz.


2) Poesia, conto ou crônica? Quando você se senta diante da tela branca do computador, o que o faz decidir?


R: Muitas vezes uma mesma ideia já circulou entre as três formas. Uma frase ou um diálogo nasceu num poema e migrou para uma crônica. Ou um poema curto se alongou e virou uma narrativa  em prosa poética. Foi o que ocorreu com meu livro "O sabiá e a girafa" (publicado originalmente pela Nova Fronteira, e que em breve será relançado pela FTD), que nasceu como um poeminha, mas cresceu e virou uma narrativa mais longa.
Mas muitas vezes eu tento me disciplinar para criar num gênero específico. Por exemplo: se estou escrevendo um livro de poesia com um determinado tema, eu tento focar meus rabiscos nessa direção. O mesmo ocorre se estou organizando um livro de crônicas.


3) Sua tese de mestrado discutia o hipertexto, você acompanha de perto as novas linguagens, brinca com as possibilidades da máquina em poemas animados. Como a tecnologia influencia o seu trabalho?


R: Sou principalmente um curioso, em termos de tecnologia. Gosto de pensar nas potencialidades que determinados softwares ou ambientes trazem para a criação literária. Acredito que a literatura infanto-juvenil ainda está engatinhando em termos de explorar narrativas ou poesia hipermidiática. A maioria do que vemos está puxando muito para o game do que para o que pode haver de literário nestes recursos.
Não tenho um talento natural para lidar com a tecnologia, pelo contrário, o que eu consegui criar usando estes recursos (por exemplo, no livro Vendo Poesia) foi fruto de muita observação, muita insistência, teimosia, erros e frustrações.


4) Outro dia, conversando com um DJ de 21 anos a respeito de mash ups, ele me saiu com essa: "a gente só ampliou essa história de intertextualidade da geração de vocês para as outras mídias". O que você acha disso?


R: Concordo em parte. Realmente a produção literária das gerações pré-internet já era fortemente intertextual, recheada de alusões, citações, homenagens, pastiches, colagens. Na literatura infantil, por exemplo, a presença dos recontos e das paródias é marcante.
Os mash ups seguem a mesma linha, acredito, e conseguem criar muita coisa legal, recorrendo à lógica da colagem e/ou da convergência de mídias e plataformas. Na área da criação artística, porém, muitas vezes os mash upscruzam a linha (que é tênue, obviamente) entre a intertextualidade e o plágio. 

Abraços,
Leo Cunha