sábado, 14 de abril de 2012

PÁGINA DO ILUSTRADOR 25 - HELIANA GRUDZIEN


PÁGINA DO ILUSTRADOR 25

A Página do Ilustrador é uma sessão onde apresentamos eventualmente um ilustrador associado da AEILIJ, independentemente da região. Para participar, basta o ilustrador enviar o material para contato@danilomarques.com.br
Pode ser um passo-a-passo, um texto sobre técnicas, a divulgação de um livro e etc. A página é sua.

Nesta edição, apresentamos a ilustradora HELIANA GRUDZIEN

Oficina de Cartazes com Heliana Grudzien.

Natural de União da Vitória / PR. Formada em Pintura pela Escola de Música e Belas Artes do Paraná, cursou Desenho no Atelier Livre da Prefeitura de Porto Alegre/RS. A convite do Consulado da Polônia, em Curitiba, foi bolsista do governo Polonês (Mínisterstwo Kultury I Sztuk), onde especializou-se em Artes Plásticas (pós-graduação). Frequentou o Atelier de Projeto de Cartazes e Ilustração de Livros na Academia de Belas Artes de Cracóvia, transferindo-se posteriormente para a Academia de Belas Artes de Varsóvia, onde especializou-se na Área Gráfica de Projeto e Pintura de Cartazes, Ilustração e Projeto de Livros e Gravura em Metal. Teve sua bolsa de estudos renovada pelo Governo Polonês e, simultaneamente, como bolsista do CNPq (Brasil), continuou, sob a orientação de Rafael Strent, especialização em Gravura em Metal, concluindo-a em maio de 1992. Obteve várias premiações em salões e certames artísticos. Participou de inúmeras exposições coletivas, no Brasil, Polônia e EUA. Realizou no período de 1935 a 1993, dezesseis exposições individuais, sendo duas na Polônia e uma na Alemanha. Realizou prática em Conservação e Restauração de Obras de Arte da Biblioteca Nacional de Varsóvia-Polônia. Possui obras em Museus, galerias e acervos particulares de vários países. Atualmente trabalha com ilustração de livros, cartazes, e na autoria de textos para livros infanto-juvenis. Ministra oficinas de artes plásticas, desenho, pintura, gravura e cartazes.


A seguir, uma galeria de imagens com seus trabalhos:

capa do livro Doces Meninas pintura mista sobre jornal

Capa do livro HOMEM VOA VOA - Cortez Editora
pintura mista e colagem sobre papel



Capa do catalogo do MAC para crianças colagem e pintura sobre papel

ESTUDO para Capa de livro Valores Humanos
de Adélia M Woellner e Heliana Grudzien
aquarela e caneta sobre papel


cartaz pintura em papel

DESENHO A GIZ PASTEL SOBRE PAPEL

Ilustração

Capa do livro VOANDO COM OS PÁSSAROS de Rosicler Grudzien
pintura sobre jornal


ilustração de capa do livro TRENZINHOS DE PAPEL
pintura sobre jornal


ilustração do album no coração de cora

ilustração do livro a menina liberdade
pintura mista sobre jornal


ilustração do livro A MENINA QUE MORAVA NO ARCO IRIS
pintura sobre jornal


Pintura sobre cartão

ilustração do livro A NATUREZA DAS COISAS É ASSIM PORQUE É ASSIM
pintura mista sobre papel


ilustração do livro A NAVE DE LUA
pintura mista sobre jornal


ilustração do livro a nave de lua pintura sobre jornal

ilustração do livro aprendendo com os indios

ilustração do livro A NATUREZA DAS COISAS É ASSIM PORQUE É ASSIM
pintura mista sobre papel


ilustração do livro da coleção TAGARELA
pintura sobre papel


ilustração do livro dias felizes
pintura sobre jornal


ilustração do livro ESSES INCRÍVEIS MENINOS E SUA INVENÇOES MARAVILHOSAS
pintura sobre jornal


ilustração do livro ESSES INCRÍVEIS MENINOS E SUAS INVENÇÕES MARAVILHOSAS pintura colagem sobre jornal

ilustração do livro as aventuras de paulina no nilo
pintura mista sobre jornal


Ilustração do livro O MENINO A QUEM AS FLORES CHAMAM
pintura colagem sobre papel


ilustração do livro O POEMA DO MENINO
pintura sobre jornal


ilustração do livro o príncipe adormecido
pintura mista sobre jornal


ilustração do livro voando com os pássaros
pintura sobre jornal
Elementar

ilustração do livro final feliz

ilustração para cartaz
pintura mista sobre jornal

ilustração para coleção TAGARELA
pintura mista sobre papel

ilustração para conto infanti meu boi bumbá
pintura sobre papel


ilustração para conto os naufragos da lua
pintura mista sobre papel


ilustração Natal
pintura sobre papelão


ilustração para o álbum NO CORAÇÃO DE CORA
pintura sobre papelão


Ilustração para o livro de poemas
CAVALOS, CÃES, GATOS PEIXINHOS FLORES E PASSARINHOS
de Heliane Grudzien
grafite e lápis de cor sobre papel


ilustração para o livro DIAS FELIZES
pintura mista sobre jornal


Ilustração para um conto de Natal
pintura e lápis de cor

Ilustração para livro

Ilustração
pintura sobre cartão


Ilustraçãodo livro PÁSSARO, PASSARÃO
pintura mista sobre jornal


ilustração para o livro ecologia e meio ambiente

ilustrações do livro O POEMA DO MENINO

ilustração
pintura e colagem


ilustrações do livro trenzinhos de papel

ilustrações do livro vamos ver quem chega primeiro
pintura acrílica sobre papel


imagem do livro Bom apetite a festa na cozinha
pintura sobre papel


menina fada e borboleta

ilustrações do livro trenzinhos de papel (estudos)
pintura sobre papel

menina fada e borboleta

no coração de cora

pintura sobre jornal
Cracóvia

pintura sobre jornal

menina fada e borboleta

capa de CD
pintura sobre papel


capa ESSES MENINOS E SUAS INVENÇÕES MARAVILHOSAS

capa do livro a natureza das coisas....
desenho lápis de cor pintura colagem sobre papel

Capa do catalogo do MAC para crianças
colagem e pintura sobre papel


Capa de livo Coleção A FAUNA DOS MARES
pintura e colagem sobre jornal

quinta-feira, 12 de abril de 2012

MURAL 28 - ABRIL DE 2012

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NÚMERO 28 - ABRIL DE 2012

O Mural é uma agenda cultural postada todo início de mês,
porém, editada ao longo do mês conforme os eventos surgem.
A agenda das bibliotecas é renovada semanalmente.
Amigo associado de qualquer cidade do Estado de São Paulo,
contribua...
aguardamos notícias dos eventos do interior.

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NOTICIAS DE ASSOCIADOS

Colega associado, de toda parte, se tiver uma noticia para nós,
por favor nos envie para que possamos divulgar.
Jamais se sinta desprezado;
sua noticia pode não estar aqui
porque não sabemos a respeito dela,
nos ajude. Obrigado
____________________________________________

SARAU DA ROÇA NO SESC INT
ERLAGOS

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PROGRAMAÇÃO DOS ASSOCIADOS DA AEILIJ

DE TODO O BRASIL

NO SALÃO FNLIJ

DE LIVROS

PARA CRIANÇAS E JOVENS

Organização de Alex Gomes



19/04 (quarta-feira)

10:00 - BJ - Socorro Acioli (Aula com Monteiro Lobato - para professores)
14:00 - BJ - Socorro Acioli (Aula com Monteiro Lobato - para professores)

19/04 (quinta-feira)

09:00 - BJ - Cláudia Felício (Pára tudo, ed. Planeta)

09:00 - BC - Sandra Lopes (Cordel da Candelária, ed. Escrita Fina)
10:00 - BJ - Caio Riter (Eu e o silêncio do meu pai, ed. Biruta)
10:00 - EL - Sandra Ronca (Com que bicho você se parece?, ed. RHJ)
11:00 - BC - Rogério Andrade Barbosa (Ndule Ndule, assim brincam as crianças africanas, ed. Melhoramentos)
11:00 - EL - Anna Rennhack (A menina e o mendigo, de Charles Kiefer, ed. Record)
13:00 - BC - Ieda de Oliveira e Lupe Vasconcelos (Folclo
re em versos: Boitatá, ed. Zit)
14:00 - BC - Alessandra Pontes Roscoe (Caixinha de guardar o tempo, ed. Gaivota)
14:00 - EL - Adriano Messias (Era lobisomem mesmo!, ed
. Positivo)
15:00 - EL - Ricardo Benevides (Bola ou búlica, ed. Globo)

15:00 - EI - Salmo Dansa (Performance de Ilustrador)
16:00 - BJ - Salmo Dansa (A bruxa de lagoa negra, ed. Paulinas)
16:00 - EL - Regina Drummond (Coleção Eu, Ana e Coleção Samot, ed. Rideel)

20/04 (sexta-feira)

09:00 - BC - Cris Eich (Do outro lada da rua, ed. Positivo)
09:00 - EL - Adriano Messias (Dia de chuva e Dia de sol, ed
. Biruta)
10:00 - BJ - Socorro Acioli (Ela tem olhos de céu, ed. Bi
ruta)
10:00 - EL - Alexandre de Castro Gomes (O menino que coleciona guarda-chuvas, ed. Globo)
10:00 - EI - Lucia Hiratsuka (Performance de Ilustrador)
11:00 - BJ - Luiz Antonio Aguiar (org.) e Sandra Pina (Góticos contos clássicos e As aventuras de Tom Sawer, ed. Melhoramentos)
11:00 - BC - Celso Sisto (O rei das pequenas coisas, ed. Planeta)
11:00 - EL - Ieda de Oliveira e Fabiana Salomão (Viva o reino da terra, ed. Prumo)
11:00 - EI - Cris Eich (Performance de Ilustrador)
12:00 - EL - Maté (Cadê o capitão Sardinha?, ed. Globo)

14:00 - BC - Alcides Goulart e Cris Alhadeff (Tá com medo?, ed. Jovem)
14:00 - EL - Anna Claudia Ramos (Era uma vez três velhinhas, ed. Globo)
15:00 - BC - Georgina Martins (Com que será que eu me pareço?, ed. Planeta)
15:00 - EL - Rogério Andrade Barbosa (Karingana wa karingana, ed. Paulinas)
16:00 - BJ - Rogério Andrade Barbosa (A tatuagem, ed. Biruta)

21/04 (sábado)

10:00 - BJ - Caio Riter (Um na estrada, ed. Melhoramentos)

11:00 - BC - Mary e Eliardo França (Todas as letras, ed.
Global)
12:00 - EL - Flávia Savary (Meus olhos são teus olhos, ed. Positivo)
13:00 - BJ - Luiz Antonio Aguiar, Caio Riter e Flávia Côrtes (Soneto nas trevas, A filha das sombras e Senhora das névoas, ed. Edelbra)
14:00 - BJ - Rui de Oliveira (Quando Maria encontrou João & O amor plenilunar, ed. Nova Fronteira)
14:00 - EI - Eliardo França (Performance de Ilustrador)
17:00 - BJ - Inês Stanisiere (Diário da Carol / De menina para menina, ed. Planeta)
17:00 - BC - Pedro Bandeira (Um gol de placa, O valente
de calça molhada, Como conquistar essa garota e Aqueles olhos verdes, ed. Moderna)
18:00 - BJ - Rui de Oliveira (Três anjos mulatos do Brasil, ed. FTD)

22/04 (domingo)

13:00 - BC - Alessandra Pontes Roscoe (Atrás do olho fechado, ed. Callis)
14:00 - BC - Celso Sisto (Flor das alturas, ed. Zit)
14:00 - EL - Ana Sofia Mariz (Coleção Turma da horta via, ed. Zit)
15:00 - BJ - Celso Sisto (Diáfana, ed. Scipione)

15:00 - EL - Sonia Rosa (O menino de olhar apertadinho que enxergava longe, ed. Autêntica)
16:00 - BJ - Thais Linhares (O anjo rebelde, ed. Rovelle)
16:00 - BC - Ana Maria Machado (Quem foi que fez?, ed. Gl
obal)
16:00 - EL - Luciana Savaget (Poeta sem palavras, ed. Planeta)
17:00 - BC - Ana Maria Machado (Histórias greco-romanas e Histórias àrabes, ed. FTD)

23/04 (segunda-feira)

10:00 - EL - Ângelo Reis (Sambaranha, ed. RHJ)

13:00 - EL - Tino Freitas (Quem quer brincar comigo?, ed. Abacatte)
14:00 - EL - Ana Sofia Mariz (A pedra na praça, ed. Rovelle
)
14:00 - BJ - Edna Bueno (Rimas Fáceis, ed. Gaivota)
15:00 - EL - Alcides Goulart e Felipe Vellozo (O grande segredo, ed. Jovem)
15:00 - BC - Edna Bueno (Encontro)
16:00 - BJ - Rosa Amanda Strauzs (adapt.) e Marilia Pirillo (O baile do fim do mundo, de Sylvia Orthof, ed. Rovelle)


24/04 (terça-feira)

09:00 - BJ - Luiz Antonio Aguiar (Mitos da civilização, ed. FTD)
09:00 - EL - Marilio Pirillo (Um fio de amizade, ed. Larousse)
10:00 - EI - Hermes Bernardi Júnior (Performance de Ilustrador)
11:00 - BC - AEILIJ Solidária e Fundação Dorina Nowill (10 Livros em braille)
11:00 - EL - Anna Rennhack (Carmela vai a escola,
de Amélia Prado, ed. Record)
13:00 - EL - Rogério Andrade Barbosa (Contos da terra do gelo, ed. do Brasil)
14:00 - BJ - Tereza Cristina Campitelli (Aventureiros da Serra, ed. RHJ)
14:00 - EL - Fabio Sombra (Folia de reis, a festa em corde e Maracatu, a festa em cordel, ed. Escrita Fina)

15:00 - BE - Ieda de Oliveira (O que é qualidade em literatura infantil e juvenil, ed. DCL)
15:00 - EL - Hermes Bernardi Júnior (Medo dó de medo monstro, ed. Zit)
16:00 - EL - Hermes Bernardi Júnior (Lilliput de sorve
te e chocolate, ed. Larousse)

25/04 (quarta-feira)

09:00 - BJ - Sonia Rosa e Salmo Dansa (Traços
e tramas, ed. Rovelle)
09:00 - EL - Marilia Pirillo (Rita, Rita, Rita!, ed. Mundo Mirim)
11:00 - BJ - Júlio Emílio Braz (Jovens náufragos e suas batalhas, ed. Global)
11:00 - EL - Luís Pimentel (A palavra, o que é? e A menina, a vaca e o avô, ed. Positivo)
13:00 - BJ - Luís Pimentel (Felicidade foi embora, ed. Prumo)

13:00 - BC - Mauricio Veneza (Encontro)
13:00 - EL - Júlio Emílio Braz e Salmo Dansa (João
e o pé de feijão, ed. Larousse)
14:00 - EL - Fernanda Morais (A cobra e a corda e Botas e bolas, ed. Escrita Fina)
14:00 - EL - Ronize Aline (O dono da lua, ed. Escrita Fina)
15:00 - BJ - Stella Maris Rezende (A sobrinha do poeta, ed. Globo)
15:00 - BC - Hellenice Ferreira (A lenda do alecrim, ed. Escrita Fina)
15:00 - BC - Andrea Viviana Taubman (O menino que tinha medo de errar, ed. Escrita Fina)
15:00 - EL - Anna Claudia Ramos e Patrícia Melo (Ler é..., ed. Zit)
15:00 - EI - Mauricio Veneza (Performande de Ilustrador)

16:00 - BJ - Hellenice Ferreira (Namoro encantad
o, ed. Globo)
16:00 - BJ - Hellenice Ferreira (Amor de mãe d´àgua, ed. Escrita Fina)
16:00 - EL - Salmo Dansa (Maria e Mariana, ed. Larousse)

26/04 (quinta-feira)

09:00 - EL - João Bosco (A princesa e a ervilha em cordel, ed. Prumo)
10:00 - BC - Alexandre de Castro Gomes (Viagem mundial interativa, ed. RHJ)
11:00 - BC - Luciana Savaget (Encontro)

13:00 - BC - Marilia Pirillo (Gato sapeca, e
d. Rovelle)
14:00 - BJ - Anna Claudia Ramos (Não é bem assim a história, ed. Prumo)
15:00 - BC - Stella Maris Rezende (A menina Luzia, ed. DCL)
15:00 - EL - Eliana Pougy (A menina rabiscadeira, ed. Moderna)

27/04 (sexta-feira)

09:00 - EL - Flávia Cortês e Anielizabeth (De folh
a em flor, ed. Prumo)
10:00 - BJ - Luiz Antonio Aguiar (O maior mágico do mundo, ed. Biruta)
10:00 - EL - Ana Cristina Melo e Cris Alhadeff (O banho de Nina, ed. Escrita Fina)
10:00 - EL - Cristina Villaça (Família Alegria, ed. Escrita Fi
na)
11:00 - BC - Luiz Antonio Aguiar (O baú do tio Quim, ed. Biruta)
11:00 - EI - Anielizabeth (Peformance de Ilustrador)
12:00 - BJ - Sonia Rosa (Vovó Benuta, ed. Record)

13:00 - BJ - Fabio Sombra (De onde nascem as histórias, ed. Record)
13:00 - BC - Glaucia Lewicki (Encantos e encrencas com a Cinderela, ed. Gryphus)
14:00 - EL - Fabio Sombra (Mês de junho tem São João, ed. Zit)
15:00 - BJ - Júlio Emílio Braz (Griot - Histórias que ouvimos na África, ed. Melhoramentos)
15:00 - BC - Glaucia Lewicki (Uma luz na escuridão, ed.
Mundo Mirim)
16:00 - EL - Rogério Andrade Barbosa (Madiba, o menino africano, ed. Cortez)

28/04 (sábado)

10:00 - EL - Salmo Dansa (Uma festa do barulho, ed. Rovelle)
11:00 - BC - Glória Kirinus (Carta para el niño, ed. Paulus)
13:00 - EL - Sonia Rosa (Encontro)
14:00 - EL - Leo Cunha e Salmo Dansa (Num mundo perfeito, ed. Paulinas)
15:00 - BJ - Ilan Brenman (Mais narrativas preferidas de um contador, ed. DCL)
15:00 - BC - Alcides Goulart (Super Z, ed. Jovem)
15:00 - EL - Leo Cunha (Cantigamente / Em boca fechada não
entra estrela (nova edição), ed. Nova Fronteira)
16:00 - EL - Anna Claudia Ramos e Sandra Pina (A
conteceu na escola, ed. Pallas)
17:00 - BJ - Leo Cunha, Rogério Andrade Barbosa e Luiz Antonio Aguiar (Segredos de amor / Era uma vez a meia-noite, ed. Record)
17:00 - BC - Anna Claudia Ramos (Encontro)
18:00 - BC - Sandra Pina (Encontro)

29/04 (domingo)

11:00 - BC - Ricardo Benevides (O vô consertor, ed. Dimensão)
11:00 - EI - Thais Linhares (Performance do Ilustrador)
13:00 - EL - Thais Linhares (Encontro)
15:00 - EL - Leo Cunha (O reino adormecido, ed. Record)
16:00 - BJ - Leo Cunha (Videntes e outros pitacos no cotidiano, ed. Melhoramentos)
17:00 - EL - Sonia Travassos (Meu avô tem oito anos, ed. Globo)

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LANÇAMENTOS DE ROSANA RIOS


Sábado, 14 de abril de 2012

Tarde de autógrafos e bate-papo sobre o livro "Escolha seu Dragão", de Rosana Rios e Nireuda Longobardi.
Haverá contação de histórias e exposição das matrizes das ilustrações!
Na livraria Cortez:
Rua Monte Alegre, 1074 - Perdizes
Das 14h30 às 17h

Lançamento em Porto Alegre

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DEGUSTAÇÃO DE HISTÓRIAS COM ILAN BRENMAN

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DEBATE COM OS ASSOCIADOS DO RIO GRANDE DO SUL

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LEIA AS REVISTAS ELETRÔNICAS DE LITERATURA


SOBRECAPA LITERAL

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LEITURAS

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LEITURINHAS

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AGENDA DAS BIBLIOTECAS DA PREFEITURA DE SÃO PAULO

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domingo, 8 de abril de 2012

QUEM CONTA UM CONTO




Para celebrar a Páscoa, o ilustrador e colega DANILO MARQUES nos brinda com uma imagem de várias interpretações: a mão que segura o ovo, que abre portas. Observe-a e faça sua própria tradução.
Boa Páscoa!

____________________________________________ LELECO, O ILUSTRADOR


Este mês, o Leleco está de volta, graças ao empenho do ilustrador e colega Fábio Sgroi. Esperamos poder contar com os dois mensalmente. Divirtam-se!

terça-feira, 3 de abril de 2012

Vice-Versa de abril de 2012


Caros amigos!
O Vice-Versa de abril traz uma  conversa gostosa entre o escritor Edson Gabriel Garcia, associado da regional paulista da AEILIJ e o escritor e ilustrador Maurício Veneza da regional RJ.
Obrigada pela participação e um beijo a todos.
Regina Sormani




MAURÍCIO VENEZA  pergunta e EDSON GABRIEL GARCIA responde:

1-Edson, você é escritor, educador, dirigiu escola... Não é difícil imaginar como se forma um educador. Mas como é que Edson Gabriel Garcia “virou” escritor?

Pois é... sempre me perguntam isso: como “virei” escritor. Geralmente as crianças e jovens das escolas por onde ando. Claro, perguntam sem as aspas que você providencialmente colocou. Aí vou explicando como foi essa viração, que foi acontecendo aos poucos, muito aos poucos. Eu nasci em uma cidade pequena, no interior do estado de São Paulo. Filho de pais quase analfabetos, cresci na rua longe de livros, jornais e revistas. Minha primeira lembrança de jornal é a do papel que servia para embrulhar as compras nos armazéns. Na época certa, fui para a escola. Pública e pobre, sem livros e sem biblioteca. Escrevíamos pouco e líamos quase nada. Outra das minhas  lembranças é a do primeiro livro de leitura “extra-classe”. Imagine: um garoto de pouco mais de dez anos, sem nenhum repertório de leitura e quase nada de significações, diante da leitura de Iracema de José de Alencar. Foi a pior experiência possível. Poderia ter sido vacinado contra a leitura para sempre. Mas não fui. Fui salvo três anos depois pela leitura do Capitães D’areia, do Jorge Amado. Dessa época também me lembro do prazer que comecei a cultivar em escrever. Meus textos eram, muitas vezes, expostos no tal “quadro de honra”, uma prática comum na minha escola daqueles tempos. Mais tarde um pouco, lá pelos idos dos dezessete anos, comecei, por iniciativa e proposta próprias, a escrever no jornalzinho da cidade. Um semanário publicado aos domingos com matérias encomendadas, informações oficiais da prefeitura, coluna de aniversários, etc. Num daqueles domingos, nos idos de 1966, amanheceu com uma coluna assinada por mim, em que eu escrevia sobre fatos corriqueiros da cidade. Embora desde muito eu já vinha gostando de escrever, creio que foi aí que se deu a viração. Pela primeira vez na vida, ainda jovem e num cenário muito amistoso e conhecido, eu senti essa coisa  meio inexplicável que é “escrever e ler lido e repercutido pelos outros”. A partir daí, foram muitos anos no jornal, nos bastidores de uma emissora de rádio local. Continuei, na faculdade, escrevendo e participando de concursos de poesias. Mais tarde, já professor, dando aulas de leitura e redação, montando bibliotecas escolares, fui dando conta de que gostaria de escrever histórias para os meus alunos lerem...Não sabia como, não tinha parente importante, não era vip, não tinha nenhuma relação com o mundo editorial... A aprendizagem foi dura no início. Descobrindo os caminhos, buscando espaço, lendo, escrevendo  e descartando muita coisa, cheguei ao primeiro livro publicado. Final dos anos setenta e início dos anos oitenta. De lá pra cá, só histórias: desde a lembrança dos direitos autorais pagos de seis em seis meses com mais dois de carência, num cenário de inflação altíssima até o prazer de ver livros traduzidos, agora já escritor “virado” ou “em viração permanente”...

2- Sua obra é bastante variada e extensa. Vai desde livros sobre cidadania até a história de um robô faminto. Tenho aqui o seu “Sete Gritos de Terror”, que, como o nome indica , é de “contos espantosos”. Num tempo em que a onda do politicamente correto determina o que pode ou não ser escrito, é difícil publicar um livro destes no Brasil?

Minha obra é variada, talvez em conseqüência da minha ligação com a escola. O lado educador fala sempre e fala muito. Nesse sentido eu escrevo o que quero, o que tenho vontade, da forma como penso e desejo. E muita coisa eu escrevo a partir do que detecto como necessidade na/da escola.  Bem pragmático e bem “politicamente correto”! Sabendo, claro, que são coisas diferentes, gêneros diferentes, com funções diferentes... Permito-me andar por estes caminhos, sem a menor preocupação com o enquadramento da obra e com a possibilidade de publicação. Se vão publicar... aí é outra história. Lá pelos idos de 1982 eu já havia escrito um livro (Histórias do País dos Avessos) em que a metalinguagem estava presente. O texto foi publicado primeiro na folhinha de São Paulo. No início dos anos oitenta, fui um dos primeiros a escrever histórias (contos) com o tema amor para a moçada.  Meados dos anos oitenta, escrevi a primeira versão desses Sete Gritos de Terror, naqueles tempos o terror era um gênero absolutamente fora do cardápio de leitura. Pensava comigo, se todo mundo gosta de uma história de terror, se bons escritores estrangeiros fazem o maior sucesso aqui entre nós com seus livros e filmes, por que não podemos fazer os nossos!? A primeira edição teve quinze tiragens. Por outro, depois dessas considerações,  eu não vejo – ou não sinto – muito esse problema do policiamento nas publicações. Se o texto é bom, interessante e bem escrito, sempre haverá alguém disposto a publicá-lo. Por exemplo: um dos meus maiores fracassos (de venda) é um dos livros de que mais gosto. Cartas Marcadas, publicado pela Cortez, quatro anos depois ainda arrasta uma primeira edição. Sei de histórias interessantes de boicotes ao texto ( e não são histórias que rolaram em escolas ). Pela simples razão que o livro é a história de um garoto que vai descobrindo e entendendo sua homossexualidade. Um dos maiores sucessos de venda no país, hoje,  é uma coleção de um menino que faz um diário, cheio de comportamentos politicamente incorretos, transversalizado por sua cultura de origem (norte americana). Pior que isso, é a ação também politicamente correta levada adiante com as enormes  compras centralizadas feitas pelo governo. De um  total de cinco mil livros inscritos são “escolhidos” pouco mais de cem...
Penso que precisamos discutir um pouco mais isso. Aqui é só um aperitivo.


3- A nossa geração se acostumou com o livro identificado como um objeto de papel, encadernado, encapado, que a gente pode não apenas ler, mas também manusear, folhear e sentir a textura. O livro de papel está mesmo, como se vem dizendo, no corredor da morte?

Não sei. Tenho pensado muito sobre isso. Consigo formular apenas algumas idéias ainda frágeis sobre o assunto. Minha primeira percepção é crivada pela geração a qual pertenço. O livro de papel, da forma como o conhecemos, ainda é uma presença forte. Não vejo a vida, o mundo, sem este tipo de objeto. E nem acho que o livro virtual seja hoje uma ameaça concreta, definitiva. Vai depender um pouco de como as coisas acontecerão, de como a economia do livro vai se comportar. A escola, no caso do Brasil, que é uma parte importantíssima no mercado editorial, como se comportará? Os alunos lerão apenas livros virtuais? Os livros, as lousas, os cadernos, tudo será trocado? Estas perguntas ainda não estão respondidas. Por outro lado, nunca vimos um lobby tão poderoso quanto este da indústria da tecnologia da informação. Os caras conseguem criar a necessidade de consumo e vender seus produtos de TI, em grande quantidade, para escolas que não têm professores, que não têm livros, móveis, etc... Mas, não conseguiremos deter a história, se esse for o caminho do jogo de interesses dos grandes donos do poder. Restaria para nós a certeza de que sempre haverá espaço para mentes criativas. Além do que, esse caminho possa trazer outras oportunidades para nós. Enquanto isso, sinto prazer em carregar comigo um tijolo (SOLO, de Cesar Camargo Mariano) pra baixo e pra cima. O prazer que uma amiga minha, em uma viagem de passeio recentemente, não teve, às voltas com a leitura de um texto virtual no pequeno objeto escuro, frio, insensível, mudo...

4.Todos nós, que vamos muito a escolas e eventos, já vivenciamos situações pitorescas, como o aluno que faz uma pergunta pessoal desconcertante ou a professora que nos confunde com outro autor. Você se lembra de algum caso destes que gostaria de contar?

Minha relação com escolas, professores e alunos sempre foi muito intensa. Embora um paradoxo. Ao mesmo tempo em que me prendia, minava meu tempo e minha energia, era o celeiro mais fértil onde encontrava temas aos punhados para escrever. Não tive coragem de abandonar a carreira, a esta altura metido num projeto maravilhoso, do qual fui coordenador da equipe que o implantou, o Programa de Salas de Leitura das Escolas Municipais de Ensino Fundamental de São Paulo, ainda hoje um dos maiores – senão o maior – programa de leitura do país. Portanto minhas lembranças, com histórias, flashs, frases, homenagens, etc é muito vasta. Entre essas, a homenagem de escolas que deram o meu nome a sua Sala de Leitura. Mas, uma história de que gosto muito e da qual sempre lembro é de uma tarde de autógrafos em uma escola pública. Lá fui eu, convidado pelo pessoal da Sala de Leitura, falar com os alunos leitores de um livro meu. Chegando lá, não só os alunos que haviam lido o livro, mas todos os alunos dos terceiros e quartos anos estavam no pátio a minha espera. A entrevista correu como todas. Perguntas e respostas pululavam. Depois de algum tempo, repertórios de ambas as partes esgotados, a professora organizadora aproximou-se de mim e perguntou delicadamente se eu poderia autografar os livros dos meninos e meninas. Eu, diante daquele mar de cabeças, mais por delicadeza do que por qualquer outro sentimento, respondi que sim. A professora organizou uma tumultuada fila e começamos a sessão de autógrafos. Livros? Uns dois ou três. Depois dos livros vieram as agendas, depois das agendas vieram os cadernos, depois dos cadernos...depois dos cadernos...aí sim, o bicho pegou. Quando eu imaginava que estava acabando, a fila aumentava e mais e mais meninos e meninas entravam na fila com um pedacinho de papel rasgado, recortado... e colocavam diante de mim, na pequena mesinha onde estava acomodado, para receber o tal autógrafo... Muito tempo depois, vi o fim da fila, um garotinho com cara de assustado, agarrando sua mochila com a mão esquerda e segurando um pedacinho de papel na mão direita. Quando chegou diante de mim, finalmente ele, o último da fila, o papel foi colocado na minha frente e com a maior alegria do mundo eu rabisquei o meu “autógrafo” e devolvi o papelzinho autografado ao simpático garotinho. Ele pegou o papel, sem esboçar nenhum sorriso ou agradecimento. Ficou olhando aquele quase rabisco pouco inteligível pra ele e antes de ir embora, olhou para mim e perguntou: Tio, e agora, o que eu faço com isso? Até hoje eu não respondi a pergunta. E até hoje essa pergunta me acompanha em várias situações da vida.



EDSON GABRIEL GARCIA pergunta e MAURÍCIO VENEZA   responde:

 1. Maurício, conta pra gente, aquilo que só você sabe: quem é o Maurício Veneza?
Eu fui um menino reservado, da periferia, que gostava de ouvir e ler histórias. Hoje sou um velhinho que gosta de escrever e desenhar histórias. E ler. Entre um ponto e outro, há muito tempo e muitas influências. Meus pais eram do interior, gostavam de contar casos. A pobreza da família não impedia que a leitura fosse considerada uma atividade de grande importância. Minha mãe lia para mim histórias em quadrinhos e os contos de Grimm adaptados por Monteiro Lobato. Meu pai comprava jornais e revistas regularmente. Aos domingos, com aquela edição mais gordinha do jornal, cada um pegava um caderno, a família se reunia para a leitura. Neste ambiente se deu minha inauguração como leitor: minha mãe e minha irmã me alfabetizaram em casa.

2. A literatura, como muitos de nós tem a impressão, significa muito em sua vida? Qual a verdadeira dimensão da literatura em sua vida?
 Ah, é uma coisa fantástica. No sentido literal da palavra. A literatura pode me pôr em contato com o pensamento de escritores que viveram em outros lugares e outras épocas. Ela me fala das aspirações humanas, de como somos todos muito parecidos e muito diferentes. Pode me levar a lugares onde eu jamais poderia ir. Até porque muitos destes lugares nem existem... A literatura reorganiza o mundo apenas com as palavras. Li um texto do Neil Gaiman onde ele dizia que as histórias às vezes duram mais que os povos que as criaram. Embora não estivesse se referindo exatamente à literatura, acho que vale também para ela.

3.Você, sempre atento a todos os movimentos no tabuleiro de nossas preocupações profissionais, acha que ainda falta muito para nos profissionalizarmos - e assim sermos respeitados - como escritores e ilustradores?
É difícil dizer. Hoje talvez não se ouça com tanta frequência a famosa frase “Tudo bem, você escreve livros para crianças; mas trabalha em quê?”. Mas a profissionalização depende de mais do que isto. Necessita de reconhecimento social e de consciência profissional. É um longo caminho a ser percorrido. Ainda não há muita clareza na sociedade a respeito do que fazemos. Às vezes até quem faz também não possui esta clareza. Daí as atuais discussões sobre direitos autorais por gente que se baseia em suposições, frequentemente equivocadas. O escritor é identificado como alguém que paga para ser publicado ou como um rico ocioso. Quando viajo e vou me hospedar num hotel, preencho o item “profissão” dizendo simplesmente que sou desenhista. Se ponho “ilustrador”, corro o risco de ser confundido com lustrador de móveis; se ponho “escritor”, talvez me perguntem onde meu motorista estacionou a limusine...

4.Como leitor, como você vê a questão da leitura no país, a interface com as escolas, as escolhas e compras centralizadas pelo governo...
Eu me sinto surpreso. O número de títulos à disposição cresce de uma maneira que me impressiona. Sabe, eu não acredito muito nesta história de que brasileiro não lê. Desconfio das estatísticas, até porque elas são conflitantes entre si. Hoje mesmo, 28 de março, foi divulgada uma pesquisa sobre média de leitura do brasileiro (4 livros por ano, não tão distante da média europeia) que difere em mais de 100% dos dados divulgados em reportagem de uma revista (1,8 livros por ano) neste mesmo mês. A reportagem dizia que o crescimento de livros impressos foi de 23% em 2010! Ora, se a média de leitura está caindo, como já ouvi dizer, devo deduzir que os editores enlouqueceram e estão imprimindo apenas para encher galpões? Acho que não. Os jovens devoram vorazmente as sagas de fantasia  e elas estão cada vez mais volumosas. E isto é só quanto aos livros de papel. Temos que considerar também os e-books, audiolivros, cópias piratas... Como profissional, me preocupo. Estamos demasiadamente atrelados aos programas de governo. Ficamos dependentes. As editoras já começam a estabelecer que se escreva ou ilustre de determinada maneira por que é o que “tem mais possibilidades de entrar no PNBE”. Isto não contribui para a liberdade de criação. Nem ajuda o leitor, que se vê sem voz, sujeitado às escolhas dos chamados especialistas.