segunda-feira, 26 de agosto de 2013

Técnicas de Ilustração - 08 - Ilustrador Alexandre Siqueira -




Ilustra realizada para embalagens das Balas MyToffe sabor mousse de maracujá.
Primeiro momento: realizei um layout daquilo descrito pelo cliente, logo após, comprei
literalmente o mousse de maracujá e pesquisei o comportamento, textura, ângulos entre outros detalhes,
registrando-tudo com uma máquina fotográfica Nikon D5100. Layout definido e aprovado, partimos então para
a colorização que foi feita em camadas usando dois softwares: Painter e Photoshop, no tamanho de 20x20/300dpi

Alexandre Siqueira.




quarta-feira, 7 de agosto de 2013

MURAL 38 - AGOSTO DE 2013

NÚMERO 38 - Agosto de 2013

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NOTICIAS DE ASSOCIADOS

Colega associado, de toda parte do Pais e fora,

 se tiver uma noticia para nós,
por favor nos envie para que possamos divulgar.
Jamais se sinta desprezado;
sua noticia pode não estar aqui
porque não sabemos a respeito dela,
nos ajude.

Obrigado.

 

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REGINA SORMANI

"Caros amigos!
Segue convite para o lançamento do meu livro das vampirinhas gêmeas. Será no sábado, dia 17 de agosto, a partir das 15,30 hs na livraria Martins Fontes da Paulista. Haverá contação de história. Apareçam  por lá. Um abração,
Regina Sormani"


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NIREUDA LONGOBARDI

Expo Cordel na Cortez


De 19 a 24 de agosto 
Horário: Segunda a sexta-feira - das 9 às 20h, sábado das 9h às 19h

Exposição de fotos, xilogravuras, livros e cordéis



Exposição de xilogravuras de Nireuda Longobardi, originais dos livros: "Mitos e lendas do Brasil em cordel" (Paulus) texto e xilos de Nireuda; "Patativa do Assaré Porta-voz de um povo" (Paulus) texto de Antonio Iraildo, "A peleja do Boto Cor-de-Rosa com a Sereia Iara" (Suinara) texto de Alexandre Moraes e "Escolha seu dragão" (Cortez) texto de Rosana Rios. 

Originária do nordeste brasileiro, a Literatura de Cordel se expandiu para todo o país como uma das mais genuínas manifestações da cultura brasileira. Sua influência está presente em muitos movimentos artísticos.

Dada a sua riqueza literária, o cordel se constituiu ferramenta pedagógica em diversas instituições de ensino e está cada vez mais em evidência, e pela rica variedade temática, tem nos últimos anos, ultrapassado a fronteira dos folhetos e dos livros.

Seguindo a tradição de promover a nossa cultura popular a dar visibilidade a literatura de cordel, a Livraria Cortez promoverá no mês do folclore, o Expo-Cordel na Cortez. Evento que terá exposição Fotográfica e de Xilogravura, novidades editoriais sobre o tema, Folhetos, lançamentos, além do sarau lítero-musical acompanhado de bebidas e comidas típicas do sertão nordestino.

Atividades: 
Exposição fotográfica sobre Cordel organizada pela pesquisadora Fernanda Ortega

Exposição de Xilogravuras e matrizes que ilustram livros e cordéis organizadas por Nireuda Longobardi

Realização: Livraria Cortez
Apoio Cultural: Cortez Editora , Editora Nova Alexandria e Mostra Chapéu de Palha
Apoio Institucional: ILGB – Instituto Leandro Gomes de Barros

Mais informações: www.livrariacortez.com.br

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NAAVA BASSI

Naava Bassi,, associada da AEILIJ SP está participando da Exposição Encontro com a Fotografia.
Parabéns aos expositores e organizadores do evento. Sucesso!


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DORINA NOWILL

Jovem com deficiência visual, venha participar do Curso Desenvolvendo Talentos, da Fundação Dorina! Aprenda como funciona o mundo corporativo e o que esperam de você como profissional. Inscrições prorrogadas até dia 12 de agosto!

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ANDRÉ DINIZ

"Meu curso de Roteiro para Quadrinhos, na Quanta Escola de Arte, começa com nova turma agora em agosto! Vai ser uma ótima oportunidade da gente se conhecer, trocar ideias e discutir sobre a criação de roteiros, personagens e sobre chegar nas editoras."

CLIQUE AQUI!


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ANNA CLAUDIA RAMOS


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ALINA PERLMAN APRESENTA 

SUA FILHA KATIA PERLMAN QUE ESTREIA COMO ESCRITORA


"Reparto com vocês uma grande alegria – a Katia, minha filhota, está lançando seu primeiro livro!

O texto é lindo e o livro é super caprichado!
Será no dia 22 deste mês, 5a. feira, das 18.30 às 21.30h, na Livraria da Vila da rua Fradique Coutinho 915.
Vou adorar poder abraçar vocês neste dia!"


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BIENAL DO LIVRO - RIO DE JANEIRO

De 29 de Agosto a 8 de Setembro com a presença de inúmeros associados AEILIJ de todo o Brasil.

CLIQUE AQUI! 

 


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REGINA DRUMMOND

"Pessoal, aí vai o convite para o lançamento da Coleção Personalidades Brasileiras, da Ed. Rideel, no dia 29 de agosto, a partir das 18.30h, na Livraria da Vila da Fradique Coutinho. Adorarei encontrar vcs lá! Bjs"




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PARA QUEM GOSTA DE LER RESENHAS

Conheça Nanie Dias; fascinada por resenhas, ela lê os melhores livros com vontade, com gosto, e nos presenteia dia a dia com resenhas belíssimas que nos faz procurar os livros para ler...




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TEM ALGO A DIVULGAR?

Avisa pra gente nos comentários e providenciaremos, obrigado.

Convite lançamento Vampirola e Vampireca, vamps levadas da breca.

Caros amigos!
Segue convite para o lançamento do meu livro das vampirinhas gêmeas. Será no sábado, dia 17 de agosto, a partir das 15,30 hs na livraria Martins Fontes da Paulista. Haverá contação de história. Apareçam  por lá. Um abração,
Regina Sormani




quarta-feira, 31 de julho de 2013

Convite -Encontro com a Fotografia-


Naava Bassi,, associada da AEILIJ SP está participando da Exposição Encontro com a Fotografia.
Parabéns aos expositores e organizadores do evento. Sucesso!
Um abraço da Regina Sormani


segunda-feira, 29 de julho de 2013


PÉ DE MEIA LITERÁRIO

Sobre a Perda de Sentidos

A expressão “perda de sentidos” significa na linguagem popular um desmaio. Dizemos que alguém perdeu os sentidos quando essa pessoa desmaiou. Faz sentido (perdoem o trocadilho). Perder os sentidos, no desmaio, nessa perspectiva, significa um desligamento da consciência com o mundo. A pessoa desmaiada desliga-se, desconecta-se da realidade. E quando volta à realidade, volta da mesma forma, sem acréscimos ou rupturas ou deslocamentos.
De certa forma, a vida corrida, amalucada, superficial e aligeirada que a maioria de nós vive, nos dias de hoje, pode significar um “quase desmaio”, nesse sentido de se desligar e desconectar da realidade. Pode até parecer um paradoxo falar de desconexão com a realidade em uma época plena de imagens, de possibilidades, de comunicação, de sentidos disponíveis. Talvez seja mesmo um paradoxo, um dos muitos que nos afligem. A vida é um show que passa diariamente em diferentes tipos de tela, das pequenas, de mão, às enormes, cheias de polegadas presas às paredes. E nesse show pós-moderno, os sentidos possíveis e oferecidos, como num shopping center de imagens, são tantos e tantos, que nos perdemos nessa oferta aparentemente gratuita, que cobra um preço caro: “um desmaio significativo”. Nos veículos em que nos locomovemos, nos nossos locais de trabalho, nos espaços de lazer, nos espaços públicos, somos muitos, sempre, mas estamos invariavelmente isolados em um individualismo superficial e grudados a uma tela. Em “desmaios de significação”, se é que posso falar assim.
No show da vida em tela, as palavras são meros coadjuvantes. São rápidas, curtas, poucas, maneiras, apressadas. A pressa e a necessidade de responder quase imediatamente a todo estímulo que nos chega por diversas vias, talvez apenas para marcar presença e fazer jus aos quinze segundos de fama, superficializa os sentidos. Olhamos, mas não vemos; escutamos, mas não ouvimos; falamos, mas não somos ouvidos; acessamos, mas não entendemos; assistimos, mas os sentidos nos escapam. Escolhemos o tempo todo e isso pode nos fazer pensar sermos sujeitos construtores de sua própria história. Recebemos o tempo todo, sempre e muito: imagens, redes, correntes, mensagens, convites, propostas, fotos, jogos, propagandas, endereços para visitar, para acompanhar, para curtir. Ufa! Somos sujeitos recebedores e por trás disso somos vazios de memória, candidatos perfeitos ao desmaio significativo.
E daí?
Bem... é aí que entra a leitura da literatura.
A literatura também nos faz perder os sentidos, com seu potencial de deslocamentos, de quebra de conceitos, de alteração de estruturas prévias, de instalação de buracos, de abalos do conhecimento estabelecido. O texto e a imagem literária provocam fendas nos nossos sentidos exatos e nos deslocam para fora da zona de conforto, de apoio, de compreensão. Como se cada um de nós saísse de seu corpo e de sua mente e se pusesse a caminhar em outros universos, distintos do seu, encontrando outros (des)entendimentos, outras (in)compreensões, outros (des)acertos e novas, muitas, (re)combinações. Um texto/imagem literário/a pode mexer com sua cabeça, alterar o seu caminho, a sua compreensão e abalar o seu rumo. Não pelo excesso nem pelo barulho intenso das vozes; não pela rapidez e tampouco pela superficialidade. Pela profundidade do deslocamento. E pela exigência de um envolvimento mais necessário, mais vital. A literatura não se satisfaz com envolvimentos passageiros, momentâneos, fugazes, ligeiros. Nem permite ao leitor uma satisfação fast-food, porque esta vem e vai rapidamente. A fome do leitor da literatura é uma fome mais profunda, traduzida em um gosto de comer as relações da vida.
A literatura, como a arte de modo geral, produz outros sentidos e talvez aí resida sua relação diferente na perspectiva desse tema, da perda dos sentidos. Se, de um lado, uma obra literária pode nos fazer perder os sentidos, num significado amplo, de fazer desmaiar e de se perder o contato com a realidade, por outro lado, é a literatura o modo mais intenso de provocar a sobrevivência na busca de novos (e muitos) sentidos. A tristeza pode ser revestida de outros entendimentos à luz de um verso de um poema; a saudade pode ser recriada à luz de outro verso; a perda pode ser relativizada por uma crônica; a sabedoria pode ser reorganizada à luz de um conto; o amor pode ser potencializado à luz de biografia;  a busca e o encontro podem ser reorientados à luz de um romance.
Estes novos sentidos alimentam a fome da vida. Portanto, nessas últimas e breves palavras,  quero concluir que, perder o sentido, na leitura da literatura, é o modo mais essencial de  encontrarmos novos sentidos. Voltar de um desmaio causado pela perda de sentidos trazida pela obra literária é voltar à realidade com novo e mais rico olhar, com nova e mais intensa compreensão, com satisfação mais profunda. Sem nenhum sentido prático ou pretextual, visto que essa trajetória é da natureza da obra literária.
Pelo menos até a próxima provocação literária e nova perda de sentidos.

Edson Gabriel Garcia
Escritor e educador


                              

           


quinta-feira, 25 de julho de 2013

25 de julho - DIA NACIONAL DO ESCRITOR

Parabéns, caros colegas, pelo dia de hoje.
Um abraço,
Regina Sormani


AUTOPSICOGRAFIA

O poeta é um fingidor.
Finge tão completamente
Que chega a fingir que é dor
A dor que deveras sente.

E os que leem o que escreve,
Na dor lida sentem bem,
Não as duas que ele teve,
Mas só a que eles não têm.

E assim nas calhas da roda
Gira, a entreter a razão,
Esse comboio de corda
Que se chama o coração.





quinta-feira, 11 de julho de 2013

Canto & Encanto da Poesia




Flor-de-são-joão

A flor-de-são-joão, brilho laranja,
floresce neste inverno em plenitude;
a cor inflama o campo e ainda esbanja
perfume, que suaviza o entorno rude.

Espalha-se o cipó como uma franja,
nas copas, colorindo as altitudes,
ou é pelas encostas que se arranja,
surgindo na paisagem, amiúde.

Atrai muitos insetos – as abelhas
adentram as corolas mais vermelhas,
zunindo a sinfonia, tantas asas...

As flores reunidas lembram brasas
– aquelas que rebrilham na fogueira – 
e o vento faz corar a noite inteira.

Nilza Azzi



A escritora Nilza Azzi é associada da AEILIJ SP.