sábado, 16 de novembro de 2013
quinta-feira, 7 de novembro de 2013
Um livro do qual gostei muito
VAMPIROLA e VAMPIRECA, VAMPS LEVADAS DA BRECA
Que prazer ler "Vampirola e Vampireca" de Regina Sormani!
A história das gêmeas, "ovelhas brancas", é encantadora.
Divertidas, charmosas, simpáticas, as vampirinhas vão vivendo a vida de maneira bem diferente do resto dos vampiros, chocando toda a comunidade.
A mãe, muito preocupada, sente que as meninas precisam de ajuda profissional.
Levadas a um grande especialista, Vampirola e Vampireca...
surpreendem!
E mais não conto, para não tirar o sabor da leitura desta história cativante.
As ilustrações de Cris Eich tornam o livro ainda mais atraente. Publicado pela Editora Dedo de Prosa.
Abraços a todos,
Alina Perlman
Alina é escritora associada da regional paulista da AEILIJ.
segunda-feira, 4 de novembro de 2013
Técnicas de Ilustração nº 10
Juliana Bumbeer é ilustradora associada da AEILIJ regional do Paraná. Agradeço a participação.
Grande abraço,
Regina Sormani
A primeira ilustração é de uma personagem que criei pra um livro que espera a oportunidade de ser editado.
Técnica: Pintura.
Material: Tinta aquarela e nanquim preto sobre papel
A segunda, para uma linha mais juvenil. É de uma personagem que vive entrando para compor as minhas poesias.
Técnica: desenho e colagem, com tratamento de imagem.
Procedimento: primeiro são desenhados em papel os elementos separadamente. Depois, colados para fazer parte da composição. Por fim, é feito um tratamento de imagem no computador.
sexta-feira, 25 de outubro de 2013
Pé de Meia Literário
PÉ DE MEIA LITERÁRIO
A dupla formação do
educador: leitor e mediador
Há muitas relações
entre a escola e a leitura e a literatura. Qualquer análise breve dessa relação
será sempre uma análise parcial e incompleta, tantos são os aspectos aí
presentes. Um desses aspectos é a presença do educador como mediador de
leitura, atuação obrigatória por força
do currículo escolar. Sem aprofundar a discussão do que seja e como se
constitui o currículo escolar, cabe lembrar que a escola é o “lócus” por
excelência onde a aprendizagem da leitura, em toda sua amplitude, dar-se-á. Não
é por outra razão que a escola está sempre na berlinda, para o bem e para o
mal, quando falamos e tratamos da leitura e, mais especificamente, da leitura
da literatura. Ousaria afirmar que, na atual conjuntura do país, a escola, com
todos os erros e acertos, é, sem dúvida, a única instituição em que a leitura
se dá por força de sua vocação e da obrigatoriedade curricular. Se isso é bom
ou ruim, se está bem ou mal, a história é outra.
Por conta disso,
vale uma conversinha sobre a presença do educador nessa história. E a conversa começa com a afirmação de que a
sua estrada, no sentido de ensinar os alunos e alunas a leitura e o gosto pela
leitura, tem mão dupla: ao mesmo tempo em que vai se desenvolvendo como leitor,
aprende e repassa o que aprendeu na formação de outros leitores. De um lado
caminha o leitor e do outro lado caminha o mediador. Aprendendo a ler, o
educador vai se fazendo leitor; descobrindo os caminhos da mediação, vai se
fazendo um mediador. Um determinando o outro.
Como leitor, o
educador vai acumulando experiência de saborear textos, de encontrar saberes
guardados, de lidar com o desejo e com a escolha. Sobretudo, o educador vai se
fazendo leitor descobrindo o convite ao prazer da aprendizagem que todo texto
faz, desenvolvendo comportamentos de leitor: ver, vasculhar, procurar,
escolher, sentir, projetar planos de leitura, tecer a sua história de leitura,
ler, rascunhar ideias, comparar, anotar, gostar, fazer sentidos, guardar
saberes, acumular sentidos da paixão, etc.
Como mediador, o
educador vai encontrando caminhos, formas e jeitos de se colocar entre o leitor
aprendiz e o texto. Primeiro, bem perto, bem próximo, quase no meio, entre o
leitor e o texto, de forma a sentir a respiração do aprendiz em seus contatos
com o texto. Depois, ligeiramente mais distante, mas ainda quase ao lado,
ouvindo o compasso dos olhos do leitor aprendiz. Finalmente, distante, ausente,
mas ainda próximo, acompanha a precisão do tato na escolha feita pelo leitor,
agora mais do que um aprendiz, do próprio caminho no diálogo com o texto. E vai
desenvolvendo comportamentos de mediador: criar a presença ausente, desenvolver
o olhar de apoio, querer projetar planos
de ação, pensar a leitura no coletivo da escola, lidar com escolhas e
indicações, naquilo que elas têm de ações fluidas, participar de outros
projetos, ser um sujeito ativo da escolha do seu jeito de trabalho e do acervo
de trabalho.
Em ambas as vias da
estrada de mão dupla, escolher o livro e o acervo, seja da sua história como
leitor, seja da sua história como mediador, é determinante. Impossível pensar a
escola, o leitor e o mediador sem pensar sua atuação como personagem que pensa
o seu método de trabalho e o objeto do seu trabalho e prazer.
Na vida é assim: a
gente aprende e ensina. Aprende com quem já sabe um pouco e ensina quem sabe
outro pouco. Aprende com o colega educador do lado, com o recado no mural, com
a página marcada do texto lido antes por alguém, aprende com o jogo de olhares
dos aprendizes. E aprende consigo próprio. Além de aprender, o educador, leitor
e mediador, ensina quem sabe pouco e
quem sabe muito. Sabendo pouco ou muito, sempre há espaço para aprender com
alguém por perto. Quem ainda não percebeu essa condição da vida, precisa pensar
sobre isso. Quem acha que sabe tudo, sabe pouco. Quem acha que sabe pouco, está
pronto para aprender muito. E vai descobrindo, aprendendo, prestando atenção,
ensinando, tomando cuidado. De repente, pensa que está aprendendo, mas está mesmo
é ensinando. E quando pensa que está ensinando, ah! está mesmo é aprendendo.
Aprender e ensinar.
Ser leitor e mediador ao mesmo tempo solicita ao educador carinho pelo texto,
olhar de curiosidade, persistência e paciência na acomodação constante dos novos
sentidos. Solicita ouvidos atentos para a diversidade e pluralidade e demanda
amorosidade na dose certa para acompanhar perguntas, dúvidas e indecisões.
Para encerrar esse
dedo de prosa, fica um mote para você refletir, na esteira do pensamento pra lá
de conhecido de Guimarães Rosa, que escreveu e disse, por entre sertões e
veredas “mestre não é quem sempre ensina, mas quem de repente aprende”:
educador mesmo é aquele que se faz leitor e se dispõe à mediação.
EDSON GABRIEL GARCIA
(educador, escritor
e leitor nas muitas horas quase sempre vagas)
domingo, 20 de outubro de 2013
Homenagem ao Dia Nacional dos Poetas - 20 de outubro
Trovas com a palavra BELEZA
Grupo Trovadores.com
Toda a beleza do mundo
Está num sorriso teu.
Tudo muda em um segundo
Quando me lembro que és meu.
Laura Bergallo
Quem desistiu de sonhar
Fecha os olhos à beleza
Que só se pode encontrar
No reino da natureza.
Marco Haurélio
De bondinho sobre os arcos
eu vim por Santa Teresa.
Lá em cima o Corcovado.....
essa vista é uma beleza!
Fabia Terni
Que brilho, essa chama acesa,
nos olhos de uma criança
que se encanta na surpresa
... e a beleza em tudo alcança!
Nilza Azzi
Enche os olhos, a externa.
A interna, o coração.
Beleza, questão eterna
entre a alma e a razão.
Angela Leite de Souza
O céu, ao entardecer...
É a noite. que vem chegando.
Fico olhando acontecer...
A beleza apreciando.
Não canso de admirar
Do teu rosto a beleza.
Esse jeito de olhar
Me encanta,com certeza.
Maria Bergallo
A beleza dessas flores,
da primavera florida,
Me recorda dos amores,
que, feliz, tive na vida.
Nilza Sormani
terça-feira, 15 de outubro de 2013
15 de outubro - Dia do Professor
Ninguém nega o valor da educação e que um bom professor é imprescindível. Mas, ainda que desejem bons professores para seus filhos, poucos pais desejam que seus filhos sejam professores. Isso nos mostra o reconhecimento que o trabalho de educar é duro, difícil e necessário, mas que permitimos que esses profissionais continuem sendo desvalorizados. Apesar de mal remunerados, com baixo prestígio social e responsabilizados pelo fracasso da educação, grande parte resiste e continua apaixonada pelo seu trabalho.
A data é um convite para que todos, pais, alunos, sociedade, repensemos nossos papéis e nossas atitudes, pois com elas demonstramos o compromisso com a educação que queremos. Aos professores, fica o convite para que não descuidem de sua missão de educar, nem desanimem diante dos desafios, nem deixem de educar as pessoas para serem “águias” e não apenas “galinhas”. Pois, se a educação sozinha não transforma a sociedade, sem ela, tampouco, a sociedade muda.
Paulo Freire
sábado, 12 de outubro de 2013
Canto & Encanto da Poesia
Feliz Dia da Criança!!!!!
O palhaço, o que é?
O palhaço tem que ser malabarista!
Antes de tudo, artista.
Sambista.
Equilibrista.
Mesmo chorando, ele é engraçado!
Sempre assustado!
Festejado.
O palhaço, o querido faroleiro
É o rei do picadeiro!
Violeiro.
Sanfoneiro.
De verdade, ele é um trapalhão.
Marmanjão.
Palhação.
Autoria de Regina Sormani do livro POESIAS A GRANEL de Regina Sormani e Marciano Vasques. Ilustrações de Gilberto Marchi.
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