quinta-feira, 21 de agosto de 2014

Telma Guimarães lança coleção na 23ª Bienal de São Paulo

Meus queridos!
Nossa  querida colega, associada da AEILIJ SP, a escritora Telma Guimarães estará presente na Bienal Internacional do Livro de São Paulo, lançando uma coleção intitulada"NICE READ YOU" que possui quatro títulos.
Acompanhem abaixo, os comentários da autora sobre seus livros.




 " A SMART GRANDMA" - Texto com pitada de suspense cuja personagem principal é uma senhora idosa atrapalhada. "PINK AND BLUE PUNKS"- para um público mais adolescente, cuja história moderna vai encantar o leitor. "AN AMAZING HISTORY!" apresenta um Halloween não tão assustador com uma bela surpresa no final. Em "GOOD-BYE MRS PARKER", minhas referências a Conan Doyle, um thriller com final surpreendente. "AS AVENTURAS DE SHERLOCK HOLMES" levei mais de um ano traduzindo e adaptando este texto para o biclássicos, outros três ou quatro meses lendo e escolhendo textos que iriam compor  o volume. Foi difícil escolher, mas, finalmente, decidi-me  pela "A LIGA DOS RUIVOS" que tem um tom de humor muito bacana. "A AVENTURA DA BANDA PINTADA" com um toque de horror. "A AVENTURA DO VAMPIRO DE SUSSEX"  que mistura amor, ciúmes e... Bem, surpresa ao final! Não posso estragar! -
 "A VIAGEM DE FOFO": Chegadas e partidas. Como despedir-se de alguém que você ama? É sempre difícil, não?  O que dizer? O que fazer? E depois, como fica? Qual o sentimento que inunda o nosso coração? É possível que a tristeza se transforme em saudade que faz sorrir? É sim! Acompanhe a viagem de Fofo e perceba como isso é possível.

O lançamento da coleção, publicada pela Editora do Brasil, será dia 30 de agosto, sábado, a partir das 16,30 hs, no estande da Abrelivros.
Um forte abraço,
Regina Sormani


segunda-feira, 28 de julho de 2014

Escritora Mariluiza Campos lança: Dei um pulo, Dei dois pulos, Dei três pulos...

A escritora Mariluiza Campos, associada da AEILIJ SP, lançou, dia 18 de julho, às 16 hs, no Residencial Santa Catarina, localizado próximo à Av. Paulista o livro de contos, trovas e poemas, publicado pela Editora Scortecci: Dei um pulo, Dei dois pulos, Dei três pulos...
Parabéns, querida escritora!!!!
Seguem fotos do evento.



Capa do livro


 Ilustrador Gilberto Marchi, retratando a escritora durante o evento


Eduardo, filho da autora e a atriz Rosi Campos, sobrinha e afilhada de Mariluiza Campos


Presença das filhas da escritora: Ana Maria e Maria Inês



A autora, sua filha Maria Elisa e Regina Sormani

quinta-feira, 10 de julho de 2014

Pé de Meia Literário




PÉ DE MEIA LITERÁRIO

A Política Pública como mediadora da formação de leitores

O conceito de mediação vem sendo usado largamente nos últimos tempos para os assuntos ligados à formação de novos leitores. Trata-se, evidentemente, de conceito antigo, já utilizado em outras áreas do conhecimento nas ciências humanas. O ato da mediação, algo que existe desde os tempos primórdios da humanidade, sempre esteve presente em qualquer ação que envolva pessoas. Nesse sentido, é possível afirmar que toda a história da humanidade foi uma história “mediada”, pois a construção da civilização conhecida pressupôs pessoas  em comunhão, em ação mediada por uns e outros. Mediar, nesse sentido, é estabelecer relações entre um e outro, uma ponte, uma senha de passagem.
A formação de leitores, algo com que nós brasileiros, temos nos preocupado mais proximamente nos últimos tempos, talvez porque a informação – adquirida pela leitura – seja uma das mercadorias mais valiosas, vem se utilizando desse conceito à exaustão. Mediar, nesse caso, seria a atuação de uma pessoa, em relação com outra, no estabelecimento de uma ponte, de um caminho de acesso para a formulação de nova significação. Como as árvores, que buscam crescer para cima, para o alto, os leitores também buscam crescer para cima e para o alto, de modo lento e gradual, com a parceria e proximidade de um mediador.
Do ponto de vista mais amplo, podemos falar que as instâncias mediadoras não se resumem a isso, pelo contrário, se arquitetam em várias possibilidades inter-relacionadas em diálogos possíveis. Uma dessas instâncias, talvez a mais ampla e a mais fundamental, é o estabelecimento de política pública para a formação de leitores. Uma política pública é uma ação intencional, planejada, duradoura e ampla indicada em  programas de governos, estabelecida em sua carta programática e depois colocada em ação, objetivando chegar a camadas maiores da população. Responde a uma demanda social sentida pelo político ou apontada pela sociedade civil organizada. Nesse caso, uma política pública para a formação de leitores responderia à demanda por mais consumo de leitura, em seus vários níveis e significados – e por melhor desempenho na lida com os textos estabelecidos nos diversos suportes de leitura. Estaríamos pressupondo que dessa forma, alcançando êxito nessa política pública, o desempenho dos brasileiros na questão da leitura – e por extensão na escrita – levaria a população a uma compreensão melhor do seu tempo e da sua história, podendo, a partir daí, intervir de forma mais qualificada na vida do seu país.
Em sendo assim, uma política pública para a formação de leitores deveria centrar-se em alguns aspectos fundamentais: a criação de espaços de leitura (bibliotecas, salas de leitura, pontos de leitura, etc.), na formação de acervos diversificados e na formação de mediadores de leitura. Esses três aspectos devem ser sustentados por princípios de democratização das relações, descentralização das ações e do uso das verbas, participação efetiva dos sujeitos envolvidos na condução do seu projeto e continuidade dos programas de formação. Essas ações não devem ser confundidas com marketing, com a centralização das decisões e compras, com a repetição das parcerias e com o entendimento que os parceiros da ponta, onde os processos acontecerão, são meramente executores de decisões tomadas em esferas “superiores e mais iluminadas”. Nada mais desastroso para uma política pública, em qualquer área do conhecimento e da atuação política, do que centralizar decisões e compras e eliminar desses processos os sujeitos responsáveis pela atuação direta. Esta forma de encaminhamento de uma política pública é tendenciosa, ruim e não serve à maioria dos envolvidos.
Num país como o nosso, com uma avaliação baixa do desempenho dos brasileiros no quesito leitura e com um nível de atuação política dos mais baixos, é de se pressupor que esta forma de implantação de uma política pública é altamente perniciosa e que pouco contribuirá para a formação de leitores competentes. Estamos longe de poder acompanhar, por falta de instrumentos e instituições gabaritadas para tanto, as decisões, o uso das verbas, a distribuição de material e a efetividade dos projetos e programas onde eles devem acontecer. É assim que essa falácia vai se instalando e comendo o próprio rabo  justificando as críticas feitas às escolas, às bibliotecas e aos pontos de cultura de todos os tons e matizes. Com essas críticas, na maioria das vezes, parciais e enviesadas, justifica-se a manutenção de uma política pública centralizada e autoritária.
Por que não nos perguntamos qual a razão (ou razões) de bibliotecas estarem às moscas, de escolas não terem bibliotecas ou salas de leitura, de pontos de leitura minguarem? Serão todos esses profissionais incompetentes a ponto de sistematicamente naufragarem em seus projetos? Ou falta a eles – e aos mediadores com os quais dividem a aflição – verdadeiras condições de espaço, de formação continuada, de oportunidade para a decisão e criação de seu próprio projeto de atuação? Porque estas decisões, respaldadas em críticas que, se analisadas bem de perto poderão ser consideradas verdadeiros bumerangues, sustentam a manutenção da centralização.
Política pública na formação de leitores deve envolver muita gente, estimular ideias e projetos próprios, chamar a responsabilidade local para o uso da verba e para a proposição de sua ação. Este tipo de envolvimento facilitaria a troca de informações regionais, a busca de soluções coletivas, o surgimento de um diálogo permanente entre os parceiros, de uma mediação em que o mediador seja ele um parceiro, uma ponte, uma alavanca e não um feitor que tudo sabe, que tudo decide, que responsabiliza e sai fora da responsabilidade. Quanto mais democrática for uma ação de política pública, mais gente envolverá nessa responsabilidade de fazer dar certo. Talvez aí esteja o ponto exato que diferencia uma política pública efetiva de uma grande e ampla ação de marketing que beneficia os governos de plantão e seus parceiros.
Estamos longe ainda de nos sentirmos como uma nação leitora, como um povo que tem na leitura um modo de vida, um jeito de aprender e viver, uma saída para a qualidade de vida melhorada para todos, em que pesem a atuação pontual qualificada de muitos educadores de muitas escolas, de esforçadas organizações não-governamentais e de agentes culturais de ponta. É muito pouco.
Não é sem razão que recente levantamento aponta que apenas cerca de doze por cento das escolas públicas do Estado de São Paulo, o estado mais rico da federação, tem bibliotecas ou salas de leitura. Não é preciso dizer mais.
Resta-nos apenas lutar por mudanças e pelo estabelecimento de uma política pública para a formação de leitores mais vigorosa, mais saudável, mais democrática e mais descentralizada.

EDSON GABRIEL GARCIA
Educador e escritor
SAMPA, julho de 2014


quarta-feira, 9 de julho de 2014

Convite lançamento do livro de Priscila Prado

Parabéns, Priscila!!! Sucesso no evento.
Um abraço,
Regina Sormani



quinta-feira, 19 de junho de 2014

Quintal da Cultura - 18/06/14 - Bloco 5 - VAMPIROLA E VAMPIRECA, VAMPS LEVADAS DA BRECA




Apresentação no QUINTAL DA CULTURA do meu livro VAMPIROLA E VAMPIRECA, VAMPS LEVADAS DA BRECA. Meus agradecimentos ao pessoal do QUINTAL. Bjs !!!!
Regina Sormani

sexta-feira, 6 de junho de 2014

Bibliotáxi - Uma boa ideia!


Olá, pessoal!!!
Vi esta notícia no Blog do Galeno e  achei muito interessante.
Abraço,
Regina Sormani


PROJETO LEVA LITERATURA  AOS TÁXIS DE VITÓRIA (ES)

Para aproveitar o tempo dentro do transporte público, a leitura é a alternativa mais comum e prazerosa. Depois das bibliotecas nos terminais rodoviários do Transcol, agora e a vez dos livros "pegarem carona" nos táxis de Vitória. O projeto Bibliotáxi, parceria entre o grupo Saraiva e o aplicativo para celular Easy Táxi, chega à cidade com o intuito de difundir o gosto pela literatura.

O projeto começou no bairro boêmio de Vida Madalena, em São Paulo, criada pelo Instituto Mobilidade Verde. Na época existia apenas um táxi que disponibilizava os livros doados pelos moradores do bairro. O jornalista Gilberto Dimenstein, do site Catraca Livre, morador do bairro, procurou Tallis Gomes, da Easy Táxi, para ser parceiro no projeto. E assim, a ideia saiu do papel para se tornar realidade.

Em seguida, o grupo Saraiva doou mais de 80 mil livros para o projeto. Além de Vitória, o Bibliotáxi também está sendo implantado em mais de 20 cidades brasileiras e o próximo objetivo é atingir cidades de outros países. “Esse projeto é importante para as cidades onde ele acontece, uma vez que faz com que o entretenimento e o conhecimento se tornem acessíveis”, diz Jorge Saraiva Neto, presidente do grupo Saraiva.

A doação dos livros faz parte das comemorações do centenário da Saraiva. A editora fez uma seleção bem eclética de obras, visto que diversos tipos de pessoas passam pelos táxis. Nas bibliotecas há títulos como o clássico O Príncipe, de Maquiavel, a sucessos de vendas como Comer, Rezar, Amar e O Caçador de Pipas. Títulos de autoajuda também estão à disposição dos passageiro: Aprendi com a minha mãe e também Nihonjin, de Oscar Nakasato, vencedor do prêmio Jabuti de 2012 na categoria melhor romance.

A ideia é que o passageiro escolha um exemplar, leve consigo e, após a leitura, coloque o título novamente em circulação, em sua próxima corrida. Os táxis dispõem de um bolsão customizado do projeto, localizados no encosto do banco dianteiro do passageiro nos veículos. “Queremos criar uma biblioteca colaborativa. A Saraiva fez a doação como forma de incentivar que os passageiros também coloquem livros em circulação”, explica Jorge.

Segundo o presidente do grupo Saraiva, os táxis que receberam o projeto estão devidamente sinalizados em relação ao funcionamento da ação. E os motoristas foram treinados para explicar o objetivo do projeto aos passageiros.

Rodrigo Luiz Vicente teve o seu táxi contemplado com os livros e conta que vê muitos passageiros perguntando sobre o projeto. “Na correria do dia a dia, só temos tempo para ler dentro do transporte. Espero que mais iniciativas como essa cheguem aos espaços públicos também”, diz Rodrigo. O taxista também conta que sempre fala ao passageiro que ele também pode doar livros.

Tallis Gomes, co-CEO da Easy Táxi, também acredita que deviriam existir mais bibliotecas públicas pela cidade, para que o acesso à informação e ao conhecimento fosse mais fácil. “Apoiamos a disseminação da cultura e educação na formação da sociedade. A parceria entre Saraiva e Easy Táxi permite que as empresas atuem para difundir o hábito da leitura e promover a educação das pessoas, além de incentivar a prática do compartilhamento entre a população”, afirma.  

 ( Século Diário 01 de junho de 2014)

segunda-feira, 2 de junho de 2014

Angela Leite de Souza duplamente premiada pela Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil

O livro "Entre linhas", escrito e ilustrado por Angela Leite de Souza, fotografado por Sylvio Coutinho e publicado pela Editora Lê, obteve da Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil, o prêmio na categoria Poesia de 2014 para obras produzidas em 2013. A escolha dos premiados é feita por um júri de especialistas de todo o país que, ao longo do ano, avalia a produção nacional do gênero. Angela recebe esse reconhecimento quando está prestes a comemorar 25 anos do lançamento de seu primeiro livro dedicado ao público infanto-juvenil. E teve dupla alegria: também foi vencedor, na categoria Teórico, o livro "Poesia para crianças: conceitos, tendências e práticas", organizado por Leo Cunha e editado pela Positivo, cujo primeiro capítulo é de sua autoria.


Angela, Alencar, o editor da Lê e uma das representantes da Argentina, país homenageado pelo Salão do Livro Infantil deste ano.


Angela segurando o certificado do prêmio.

Parabéns, Angela, minha querida e talentosa amiga!!!!
Um forte abraço,
Regina Sormani