quinta-feira, 1 de maio de 2014

1º de maio - Dia do trabalho e Dia da Literatura Brasileira



No dia 1º de Maio é comemorado, com diversas manifestações o Dia do Trabalho.
Também se comemora o DIA DA LITERATURA BRASILEIRA, por ser a data de nascimento de José de Alencar.
José de Alencar (1829-1877) nasceu em Mecejana, Ceará no dia 1º de maio de 1829. Filho de José Martiniano de Alencar, senador do império, e de Ana Josefina. Em 1838 mudam-se para o Rio de Janeiro. Com 10 anos de idade ingressa no Colégio de Instrução Elementar. Com 14 anos vai para São Paulo, onde termina o curso secundário e ingressa na Faculdade de Direito do Largo de São Francisco.
Em 1847 escreve seu primeiro romance "Os Contrabandistas". Em 1850 conclui o curso de Direito. Pouco exerceu a profissão. Ingressou no Correio Mercantil em 1854. Na seção "Ao Correr da Pena" escreve os acontecimentos sociais, as estreias de peças teatrais, os novos livros e as questões políticas. Em 1856 passa a ser o redator chefe do Diário do Rio de Janeiro, onde em 1 de janeiro de 1857 publica o romance "O Guarani", em forma de folhetim, alcançando enorme sucesso, e logo é editado em livro.
Em 1858 abandona o jornalismo para ser chefe da Secretaria do Ministério da Justiça, onde chega à Consultoria. Recebe o título de Conselheiro. Nessa mesma época é professor de Direito Mercantil. Foi eleito deputado pelo Ceará em 1861, pelo partido Conservador, sendo reeleito em quatro legislaturas. Na visita a sua terra Natal, se encanta com a lenda de "Iracema", e a transforma em livro.
Famoso, a ponto de ser aclamado por Machado de Assis como "o chefe da literatura nacional", José de Alencar morreu aos 48 anos no Rio de Janeiro vítima da tuberculose, em 12 de dezembro de 1877, deixando seis filhos, inclusive Mário de Alencar, que seguiria a carreira de letras do pai.


José de Alencar

terça-feira, 1 de abril de 2014

PRIMAVERA DOS LIVROS 2014 na MÁRIO DE ANDRADE

Amigos! Enfim a  PRIMAVERA DOS LIVROS voltou para São Paulo. O local é nobre, vale a pena visitar. Segue convite para sessão de autógrafos.
Um abraço,
Regina Sormani

terça-feira, 25 de março de 2014

Canto&Encanto da Poesia




Abelha


Qual abelha, da flor, querer-te-ia

doce, meu doce amor, de tal doçura,

que o mel que eu fabricasse fosse pura

delícia ao paladar, fosse iguaria,



inesgotável fonte de ternura...

E assim chegar-me a ti, dia após dia,

supondo que esse amor recriaria

a luz que minha alma inda procura.




Então a cor dourada do meu mundo,

em si, traria um brilho esplandecente

― a força criadora de uma aurora.



Mas isso é uma ilusão, sonho infecundo;

é voz de um sentimento que não mente,

mas baila, diz adeus, e vai embora.


Nilza Azzi



Nilza Azzi é escritora associada da AEILIJ SP 




sexta-feira, 21 de março de 2014