quarta-feira, 2 de dezembro de 2015

Convite para lançamento de livro




A escritora Fabia Terni lança AVENTURA EM PARATY, da Cortez na LIVRARIA DA VILA, al. Lorena 1731, Jardins, no sábado, dia 05 de dezembro, das 15 às 18 hs.
Parabéns, querida amiga.
Bjks,
Regina Sormani

sexta-feira, 20 de novembro de 2015

Arte aerografada



Gente querida!! Nosso blog mudou de nome. Durante vários anos abrigou as realizações da  AEILIJ PAULISTA. Chama-se agora: RABISCOS, RISCOS E CORES.
Quero comunicar aos amigos e seguidores que continuaremos a divulgar o trabalho dos colegas escritores e ilustradores que se interessarem pelo nosso espaço.
Abaixo, ilustração aerografada em acrílico sobre papel Shoeller, realizada para Fitas Basf pelo 
ilustrador Gilberto Marchi.

Grande abraço,

Regina Sormani





segunda-feira, 5 de outubro de 2015

Canto&Encanto da Poesia




NATUREZA


QUANDO UMA FLOR DESABROCHA,

NELA DESABROCHA A VIDA;

MAIS QUE A VIDA, A EXISTÊNCIA

SE ENCONTRA ALI RESUMIDA.


A CRIANÇA, O PÁSSARO, A FLOR

SÃO SINAIS DA CRIAÇÃO,

MAS O HOMEM POR DESAMOR

ESPALHA MORTE, DESTRUIÇÃO.


NUMA TERRA ACOLHEDORA,

QUE LHE DÁ SUSTENTO E TETO,

CRIA O CAOS E IGNORA

A NATUREZA, POR COMPLETO. 


ASSIM COMO EM SUA CASA,

ALGUÉM QUER PAZ E HARMONIA

COM RESPEITO, A NATUREZA

SE RENOVA A CADA DIA.


NILZA AZZI






Nilza Azzi é escritora filiada à AEILIJ paulista

quinta-feira, 27 de agosto de 2015

Pé de Meia Literário


                 

PÉ DE MEIA LITERÁRIO


QUEM LÊ ESCOLHE 

Dia desses, na edição de 15 de agosto do Caderno 2, do jornal O Estado de São Paulo abordou um tema espinhoso, raramente tratado pela grande mídia e quase nunca discutido entre nós: a escolha e compra centralizadas de livros para acervos de instituições culturais ou educacionais. Nessa matéria citada, a jornalista Maria Fernanda Rodrigues abordou a escolha e a compra de livros feitas pela Secretaria Municipal de Cultura de São Paulo e questionou o então secretário da cultura do município da capital paulista sobre o fato de apenas quatro editoras terem sido favorecidas pela compra. Lá não houve, como aqui não haverá, questionamentos quanto à qualidade dos livros comprados.São todos produtos de qualidade, como são os milhares que ficaram fora da escolha e compraJá tratei desse tema outras vezes, em palestras ou em textos escritos para minha coluna bissexta PÉ DE MEIA LITERÁRIO e uma vez para o boletim informativo da AEILIJ. É assunto escamoso, espinhento, delicado e OCULTO. Insisto nos mesmos argumentos de sempre. Vamos a alguns deles.A escolha e compra centralizada, feitas por “escolhidos e superdotados seres mais qualificados do que os outros”, ignoram os interesses e dos futuros possíveis leitores. Puxam para si, a responsabilidade de fazer uma escolha melhor do que aquela que por ventura fariam os leitores. São especialistas, entendem do assunto e sabem o que estão fazendo. Os leitores aprenderão com o tempo, imaginam. Engano: aprendemos a nadar, no diálogo com a água, nos lembra a filósofa 
Marilena Chauí. Aprendemos a escrever, escrevendo, nos recorda qualquer pedagogo. Certamente, aprenderemos a escolher, escolhendo; da mesma forma que aprendemos a ler, lendo. Elementar.Este tipo de atitude vem acontecendo há tempos. São posturas paternalistas, em um primeiro momento, repetidas em todas as compras governamentais. Os governantes escolhem um grupo de “especialistas” e dão a esse grupo o poder de escolher o que outras pessoas vão ler. E, claro, são bem pagos para praticar esse trabalho. Nossas escolas públicas, todas, quase sem exceção, recebem acervos escolhidos e comprados de modo centralizado, sem nunca terem podido indicar um livro sequer para o acervo com o qual deverão trabalhar e formar leitores. Tiram desses mediadores de leitura e futuros leitores o direito de aprenderem a formar o seu gosto, o direito de errarem por conta própria e de acertarem do seu jeito. A eles é negada a formação autônoma. Além disso, essas escolhas centralizadas direcionam o gosto e apontam o caminho a seguir. Se não for seguindo a lição apontada nas escolhas, o caminho não deve ser seguido. É uma crítica embutida, camuflada, que nega a diversidade. A natureza nos dá uma sábia lição, recusada nesses casos: a “biodiversidade”. Desculpem-me a metáfora perguntativa: por que será que entre milhares de tipos de feijão a oferta que nos é feita pelo comércio se restringe a poucas espécies? Por que será que entre as cerca de dois mil tipos de batata ficamos restritos a três ou quatro tipos? A natureza nos proporciona centenas e milhares de espécie, mas quem decide por nós nos oferece pouco, muito pouco, quase nada diante da biodiversidade.Também não podemos esquecer em que país vivemos e o contexto político que envolve decisões e compras centralizadas: favorecimento particular e a corrupção. Não posso afirmar que toda compra centralizada cheira à corrupção, mas esta é uma prática que sabemos grassar em abundância nas compras feitas centralizadamente. Compras feitas em alta escala e em grandes volumes assedia esse comportamento. O mercado editorial, composto por grandes editoras, algumas de capital estrangeiro, de olho gordo nessas compras centralizadas, composto por editoras de forte natureza nacionalista, por pequenas editoras e por românticos aventureiros que ousam publicar coisas fora do eixo centralizador, tem que lutar por essa “biodiversidade” de escolhas e compras. Tem que apostar que quem lê vai gostar – e muito – de aprender a escolher o que quer ler. Quem lê escolhe.Os criadores, autores, ilustradores e demais artistas da produção gráfica, terão muito mais prazer e alegria e liberdade em exercitar sua criatividade apostando na diversidade, sem ficar amarrado aos critérios claros – e  ocultos – do grupo sábio de especialistas que dizem o que deve ser lido, por imposição de sua escolha e da compra centralizada. Centros culturais, bibliotecas e escolas certamente sentir-se-ão sujeitos do seu processo de formação de leitores, pois que deste faz parte aprender a escolher. A leitura de um livro,a paixão pela leitura, começa antes da leitura propriamente dita. Começa lá atrás, no manuseio dos livros, na observação, no desejo de bisbilhotar, de procurar coisas oferecidas e no fortalecimento dos olhos, das mãos, do tato, do paladar e do cheiro do quese quer ler. Prazer que hoje fica restrito aos especialistas contratados para escolher o que os demais mortais comuns poderão – ou deverão – ler. Seria interessante se nós, interessados na democratização da leitura e do acesso à diversidade dos livros, colocássemos em nossa pauta de reflexão esta questão: quem lê escolhe.




EDSON GABRIEL GARCIA


Escritor e educador

quinta-feira, 30 de julho de 2015

Canto e Encanto da Poesia - Trovadores.com -






Nosso grupo TROVADORES.COM caprichou nas trovas de julho com a palavra FAÍSCA






A luz do sol sobre o lago
multiplica-se em faísca...
Pelos amores que afago,
o meu coração se arrisca.



Nilza Azzi








Fogo que arde sem se ver
O amor! Uma faísca do seu...
Vou me aquecer sem arder
No fogo que você acendeu.


Danilo Marques







Isca, belisca, petisca...
Meu reino por uma rima
para a palavra faísca
que resulte em obra-prima!



Angela Leite de Souza









Era um guri tão levado
Que seu nome era Faísca
Nem era tão malcriado
Mas era uma boa bisca


Laura Bergallo







Faísca que se transforma
Em uma luz permanente...
Acontece, é uma norma,
Quando estamos frente a frente.


Maria Bergallo








A faísca dos rojões
Ilumina a noite inteira.
Aquecendo os corações,
Numa festa brasileira.



Nilza Sormani








A faísca condutora
do raio, à tempestade...
É ela, transformadora,
do ódio em amizade.


Regina Sormani










Quem não se arrisca, não corre
Os riscos de quem se arrisca
Pensa ser o sol e morre
Sendo somente faísca



Marco Haurélio


domingo, 28 de junho de 2015

29 de junho - São Pedro -



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Nas tradições do catolicismo popular, principalmente o brasileiro, o dia de São Pedro é comemorado com fogueira, fogos de artifício, comidas típicas, quadrilha e os demais componentes das festas juninas. É uma festa celebrada pela Igreja Católica em honra ao martírio em Roma dos Apóstolos São Pedro e São Paulo. A data em homenagem a São Pedro é uma das festas mais comemoradas entre as festas Juninas com muitos arraiás, quermesses e fogueiras pelo Brasil. Essa celebração é muito antiga e ocorre no dia 29 de junho, pois é o aniversário da morte e do translado das relíquias do santo.

sexta-feira, 8 de maio de 2015

DIA DAS MÃES - maio de 2015 -



Para sempre


Por que Deus permite
que as mães vão se embora?
Mãe não tem limite,
é tempo sem hora,
luz que não se apaga
quando sopra o vento
e a chuva desaba,
veludo escondido
na pele enrugada,
água pura, ar puro,
puro pensamento.
Morrer acontece
com o que é breve e passa
sem deixar vestígio.
Mãe, sua graça é eternidade.
Por que Deus lembra de tirá-la um dia?
Fosse eu Rei do Mundo
baixava uma lei:
Mãe não morre nunca,
mãe ficará sempre perto de seu filho
e ele, velho embora,
será pequenino,
feito grão de milho.

Carlos Drummond de Andrade

quinta-feira, 23 de abril de 2015

DIA MUNDIA DO DIREITO DO AUTOR - 23 de abril -

 Caros colegas aeilijianos!





Parabéns! Muita força e coragem pra afastar as pedras do caminho e ir em frente nessa nossa jornada. Abração,
Regina Sormani

sábado, 14 de março de 2015

domingo, 8 de março de 2015

DIA INTERNACIONAL DA MULHER - 08 de Março

Amigas e colegas aeilijianas!



Lindas flores da pata- de-vaca, do jardim da nossa chácara.
Parabéns!!!! Muitos bjs,
Regina Sormani
!



sábado, 14 de fevereiro de 2015

É CARNAVAL!!!!!!



Estudo  a crayon para tela a óleo do pintor e ilustrador paulistano GILBERTO MARCHI.  Ano: 1970.

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2015

Canto&Encanto da Poesia



Qual  a melhor idade?

Pensava que a melhor idade
fosse a da juventude,
com a turma, as festas e a felicidade.
Hoje, na 3ª idade, aprecio muito a quietude,
mas, da esplêndida juventude,
sinto também saudade.



Fabia Terni

quarta-feira, 28 de janeiro de 2015

Prêmio Barco a Vapor- prazo prorrogado-



Olá parceiros queridos,
Informo que decidimos prorrogar o prazo de inscrições do 11º Prêmio Barco a Vapor até o dia 18 de fevereiro de 2015
Por isso, gostaríamos de contar novamente com vocês para divulgar essa mudança para o público.
Vocês poderiam, por favor, disparar a arte anexa para seus contatos?
Desde já agradeço por demais a colaboração de todos vocês.
Obrigada e bjs

Camila Vieira
SM Brasil

Rua Tenente Lycurgo Lopes da Cruz, 55 - Água Branca
05036-120 - São Paulo - SP


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sexta-feira, 23 de janeiro de 2015

Aniversário de Sampa - 461 anos - Parabéns!




COM SAMPA PARA SEMPRE NO MEU CORAÇÃO

Não nasci em São Paulo, mas moro aqui há muito tempo, mais do que o dobro do tempo que morei em Nova Granada, onde nasci.
Cheguei no início dos anos setenta, a ditadura comendo solto, o medo esparramado mordendo nossas vontades, as vozes ditas num tom menor, os olhos apertados diante do escuro. Vim, como muitos jovens do interior, em busca do sonho. O meu: escrever e publicar.
São Paulo entrou nas minhas veias e se instalou para sempre. Aqui fiz minha sonhada carreira e aqui nasceram meus filhos e, hoje, nascem os netos. Aqui, amei e fui amado - nas tantas formas de amor - por pessoas tantas e queridas. Aprendi que a vida é breve, mas intensa. Que quase tudo passa, menos o amor por esta metrópole imensa, maluca, agitada, múltipla, democrática em suas emoções.  
Sampa nada me pede, a não ser este tiquinho de amor cotidiano; e tudo me dá. Amo esta cidade em todos os seus defeitos, belezas, desarranjos, necessidades, possibilidades. Hoje, agora e para sempre. São Paulo é o alimento de minha alma humana.

Sampa, em dias de pouca água e luz, janeiro de 2015.



Edson Gabriel Garcia